sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Crítica de Leitor: «Sonhar com...»

«Sonhos que permanecem na memória - porque são perturbadores, porque são bons ou simplesmente porque nos deixam a pensar - são uma experiência por que muitos passaram uma ou outra vez. Segundo a autora deste livro, os sonhos não são apenas imagens que surgem durante o sono, representando mensagens do subconsciente que podem ser úteis para orientar a nossa vida. Em Sonhar Com..., Lauri Quinn Loewenberg analisa diferentes tipos de sonho e aquilo que, habitualmente, representam, apresentando vários exemplos e desenvolvendo os seus significados mais comuns.

Um dos aspectos mais interessantes deste livro é, precisamente, a forma como a autora expõe as suas ideias. Com uma escrita descontraída e usando como exemplos uma série de sonhos que lhe foram apresentados, não há nada de denso ou de monótono neste livro. As explicações são simples e fazem sentido. Os tipos de sonho abordados são diversos, percorrendo um amplo espectro de possibilidades. E a forma como a autora conjuga diferentes elementos para construir uma interpretação plausível é bastante interessante.
Também de referir é que, para além dos sonhos mais comuns, há elementos mais invulgares que são referidos neste livro, destacando-se particularmente o capítulo dedicado aos pesadelos. Também usando como exemplos concretos os elementos mais comuns, a autora não esquece, ainda assim, os elementos mais rebuscados do sonho - elementos que, em vários livros deste género, são deixados por abordar.
De referir, por último, o glossário de sonhos. Funcionando mais como um apêndice para consulta, acaba por ser, ainda assim, tão interessante como os restantes capítulos do livro, já que a abordagem precisa, mas descontraída, da autora também está presente aí.
Trata-se, portanto, de uma leitura interessante, com uma abordagem cativante e bastante completa à temática dos sonhos e da sua interpretação. Para os interessados neste tema, será provavelmente uma boa leitura.»
As Leituras do Corvo

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Imprensa: «Treta Emocional»

«Doença psicológica


Manter qualquer tipo de relationamentos é cada vez mais difícil, tudo porque a nossa mente manipula a verdade.

O psicólogo Carl Alasko atribui a culpa das dificuldades que, hoje em dia, sentimos nos mais variados relacionamentos, à treta emocional, que apelida de doença psicológica e emocional que mina as relações, desde as amorosas, passando pelas laborais e até as familiares. Ao longo do livro, Alasko explica-nos como é que a treta emocional atua e exemplifica com casos dos seus pacientes.
A treta emocional, que, segundo o psicólogo, envolve sempre a manipulação da verdade e a distorção da realidade, é originada por um trio tóxico composto pela negação, ilusão e recriminação. O trabalho em equipa deste trio faz com que um facto essencial seja negado, originando a ilusão de uma realidade alternativa e a recriminação, que surge quando responsabilizamos outros pelo problema inicial. De acordo com esta teoria não recorremos ao trio tóxico intencionalmente, mas afinal porque usamos a treta emocional? O psicólogo não tem dúvidas que o fazemos, entre outras razões, para evitar conflitos e sentomentos incómodos, negar a gravidade de uma consequência e exagerar as nossas capacidades. Assim, a nossa ligação com os outros acaba por não se assentar em emoções genuínas nem em factos fidedignos e torna-se superficial.
Para Carl Alasko, a satisfação das nossas necessidades essenciais é o caminho para acabarmos com a treta emocional. Siga o conselho do psicólogo e coloque a si própria as seguintes questões: "O que posso fazer para tornar a minha vida verdadeiramente gratificante; que comportamentos posso alterar para satisfazer as minhas necessidades essenciais; quais são as crenças que me impedem de honrar as minhas necessidades". Depois focalize-se em si e corte a treta emocional pela raiz e terá relacionamentos mais felizes.»
Saber Viver

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Novo site da Pergaminho

Caros leitores,
a partir de agora poderá consultar todo o catálogo da Pergaminho no novo site, para além de conhecer as novidades de cada mês, as notícias, etc. Também poderá subscrever a newsletter da editora para ficar a par de todos os novos lançamentos. Aqui: http://www.pergaminho.pt/

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O regresso à simplicidade

Neste mês de novembro, a Pergaminho lança-lhe um desafio: redescobrir a simplicidade no dia-a-dia. Dave Bruno, ao se aperceber da quantidade de “tralha” inútil que tinha em casa, decidiu selecionar 100 objetos e livrar-se de todos os outros que tinha em casa. O autor conta a história de como isso influenciou e afetou a sua vida e a da sua família em O Desafio das 100 Coisas. Espreite aqui todas as novidades da Pergaminho para o mês de novembro.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Imprensa: «A Arte do Inconformismo»

«"Crie o seu próprio emprego". Para o norte-americano Chris Guilebeau, esta é a única estrada para a Liberdade e para uma vida plena. Nada de horários, de compromissos impostos pelos outros e de tarefas rotineiras. Apenas muita vontade de trabalhar e de mudar o mundo. Foi assim, aliás, que partiu em busca de um futuro diferente para os seus dias. Agora, ajuda os outros a fazer o mesmo, num livro que tem como objectivo "transformar" o pensamento das pessoas. Para isso, define em que consiste exactamente o inconformismo e como pô-lo em acção. Pelo meio, lembra também a importância de definir objectivos e de os avaliar periodicamente. Depois, é pôr mãos à obra. E à vida que se deseja.»
Jornal de Letras, Artes e Ideias

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Seja inconformista

Nos tempos que correm e com tantas más notícias parece que não há lugar para fazermos aquilo que realmente queremos, muito menos para a felicidade, temos de nos conformar com aquilo que temos e aguardar por melhores dias para arriscarmos a alcançar novos horizontes. A Pergaminho lança neste mês de outubro o livro que lhe ensinará a Arte do Inconformismo, um guia que o ajudará a combater as barreiras que os tempos nos impõem, a estabelecer novos objetivos e a concretizá-los.

Tem sonhos que lhe parecem bizarros e questiona-se sobre o que quererão dizer? Este mês a Pergaminho tem o livro perfeito para si: Sonhar Com…, onde descobrirá o significado oculto de alguns dos símbolos e imagens mais recorrentes em sonhos, bem como em pesadelos (tais como cair, afogar-se ou ser perseguido). Conheça aqui todas as novidades da Pergaminho para o mês de outubro.

Crítica de Leitor: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»

«M*rdas que o meu pai diz é uma leitura rápida (não chega a 200 páginas) e bem-humorada, pontuada por algumas gargalhadas sonoras. O pai do autor é um tipo duro mas que adora a família e defende-a (mesmo quando é o primeiro a dar a alfinetada ou a opiniar mesmo que ninguém lhe pergunte), proporcionando situações caricatas. Se é tudo verdade ou se há alguma ficção, não há forma de saber mas isso não lhe tira a graça.

Ligeiro, é o livro ideal para oferecer, sendo garantido que vai passar de mão em mão por amigos e família, jovens e mais velhos.»
Blogue Bué de Livros

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Imprensa: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»

«"M*rdas que o meu pai diz" foi a minha última leitura de fim-de-semana. Aproveitei o último momento de descanso, que teve dimensões XXL, para voltar a apostar num género hilariante. O livro é verídico e começou a ser escrito numa rede social para amigos.

Tudo acontece no seio de uma família americana, mas poderia ter acontecido em Portugal ou em qualquer outro país do mundo.
Justin Halpern acaba o relacionamento com a namorada e vê-se obrigado a regressar a casa dos pais. O pior é que o pai de Justin, apesar de muito culto, deve ser dos homens mais brutos que conheci até hoje. Contesta tudo e está sempre zangado com a vida.
Enquanto guionista, Justin aproveita as frases maldispostas do pai para fazer um livro que marca alguns episódios da sua vida, desde a sua infância aos dias de hoje. Recomendo, e mais não posso dizer!»
Mário Gonçalves, Jornal Lezírias

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Imprensa: «Fartos de Tudo aos 30 e Tal»

«Todos já acordámos sem vontade de ir trabalhar. Afinal, há tanta coisa interessante para fazer das 9:00 às 17:00 (ou, como muitos horários de trabalho de hoje, das 8:00 às 22:00). Mas o que sucede quando não se tem mais vontade de ir trabalhar? Há uma epidemia de descontentamento, condições de trabalho mais precárias, ambientes mais competitivos e pessoas menos dispostas a tolerá-los pelo vago objectivo de "ganhar a vida". Kasey Edwards explica com muito humor neste livro o que fazer, quando a procura pelo sentido da vida se sobrepõe ao êxito na carreira.»
Revista Mariana

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Crítica de Leitor: «Caveman»

«Um livro hilariante, ótimo para oferecer ao namorado(a), marido/esposa, amigo(a).

Fala-nos sobre as diferenças entre os homens e as mulheres, e que, se pensarmos bem, é tudo verdade...
Os homens caçam… e as mulheres colhem.
Por exemplo, os homens quando vão às compras, não gostam de perder tempo, já sabem o que pretendem e vão diretos ao seu objetivo.
Por outro lado, as mulheres gostam de “colher”, então andam horas e horas nas lojas/shoppings à procura de roupa/objeto. E também adoram colher informações sobre a vida privada das outras pessoas/amigos. Enquanto os homens são muito mais diretos e, quando conversam com os amigos, não pretendem recolher informações sobre as suas vidas privadas.
Recomendo a leitura deste livro, para tentarmos compreender o nosso sexo oposto.»
Segredo dos Livros

Crítica de Leitor: «HUCK»

«Bem, este é mesmo um livrinho que se lê num ápice. :) Li-o praticamente num par de horas. Não que a história não tenha consistência (ou sumo, como já ouvi dizer. lol) bem pelo contrário. A questão é que, a partir de um certo momento, a narrativa lança-se numa corrida vertiginosa e damos por nós quase ofegantes, a correr atrás dela.

Esta é a história de Huck, um pequeno poodle de 9 meses que desaparece, deixando a sua família de adopção completamente destroçada, não só devido à difícil situação familiar pela qual tinham acabado de passar (a mãe acabava de sobreviver a um cancro da mama), como pelo facto de ter sido o mais desejado amigo de Michael, o filho do casal, um rapazinho de 11 anos que desde que sabia falar pedia um cão aos pais.
Mas, na verdade, este pequeno livro acaba por ser muito mais do que isso. É um testemunho de quanto o ser humano é capaz de bondade, amizade e solidariedade, quando a isso se predispõe. Uma história verdadeira, que, escrita quase como uma notícia (ou não fosse a autora uma jornalista), é uma autêntica lição de vida e uma prova de como ainda vale a pena ter esperança na humanidade.
Gostei imenso!»
Segredo dos Livros

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Imprensa: «Feliz Novo Dia»

«Um livro diferente de todos os outros e que transmite uma lição muito simples, mas profundamente transformadora: que a nossa mente é maleável e educável e que, por isso, se pode renovar e transformar. Ou seja, podemos reeducar-nos e reprogramar-nos a n´so próprios, para pensar melhor, activando o elemento químico do bem-estar que todos temos nos nossos corpos (a serotonina) e praticando aquilo a que poderíamos chamar... fitness mental. Feliz Novo Dia apresenta um sistema completo de fitness mental - um programa de 21 dias, com base em sete atitudes básicas para viver melhor, ser feliz e, acima de tudo, ser mestre dos seus pensamentos e emoções.»
Zen

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Crítica de Leitor: «Um Coração Cheio de Estrelas»

«O que dizer de um livro destes?! Lindo, com uma mensagem tão pura… uma verdadeira fábula encantada sobre o amor. É aparentemente uma história infantil, mas revela-se um conto com uma profundidade de sábio. Terno, suave, como o algodão-doce, delicado e colorido, como as fofas nuvens que encontramos num desenho de criança. Simplesmente lindo.

Já conhecia Francesc Miralles, pelo seu “Quem Me Dera Que Estivesses Aqui”, livro que também muito me surpreendeu e tocou. Mas esta dupla de autores conquistou definitivamente o meu coração. E é engraçado, pois é exactamente de um coração que se fala, um coração que tem de ser salvo, para que um tenro amor sobreviva.
É, sem dúvida, uma história lindíssima que, por sinal, tem origem numa outra história, esta verdadeira, de um pequeno coração que bem lutou para conseguir sobreviver: o da filha de Álex Rovira. Mas mais não adianto. Há que o ler, interiorizar e sonhar. :)
Um livro cheio de pequenas pérolas que só apetece guardar junto ao peito e sublinhar, sublinhar, sublinhar…»
Segredo dos Livros

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Títulos imperdíveis!

Com o ritmo acelerado dos dias de hoje muitas mães encontram-se divididas entre a sua vida profissional e a doméstica, num autêntico malabarismo que acaba por ter as suas consequências. Todavia, é possível encontrar um ponto de equilíbrio e conciliar os vários papéis exercidos pela mulher no seu dia-a-dia: Mães e Malabaristas, de Nora Rodríguez, explica como.
Vive com um homem que deixa para si a tomada das decisões do dia-a-dia e esquiva-se de tomar as decisões realmente importantes da relação? Estão juntos há algum tempo e ele não gosta quando fala em casamento ou em comprar uma casa em conjunto? Então pode estar perante um homem com complexo de «Peter Pan», um homem que se recusa a crescer. Peter Pan Pode Crescer desafia os homens do século XXI a construir um novo modelo de relações interpessoais sem se refugiarem na «Terra do Nunca» de uma adolescência interminável. Um livro sobre homens que deve ser lido por todas as mulheres.
É espetadora habitual do programa de Oprah Winfrey na TV e tem curiosidade em saber como é que se tornou numa das mulheres mais poderosas e influentes do mundo? Gostaria de conhecer todos os seus conselhos sobre como se tornar numa mulher de sucesso tanto a nível pessoal como a nível profissional? E será que funciona? Robyn Okrant resolveu embarcar nesse desafio e durante um ano propôs-se a seguir o mais fielmente possível todos os conselhos oferecidos pela rainha dos talk shows – tanto na televisão como no seu site e na revista O, The Oprah Magazine. O resultado dessa experiência transformou-se num livro – Projeto Oprah, onde a autora partilha as consequências desse desafio, algumas positivas e outras frustrantes, mas todas curiosas, provocantes e divertidas.
Espreite aqui todas as novidades da Pergaminho para o mês de setembro.

Crítica de Leitor: «Contos para Pensar»

«De algumas linhas a algumas páginas, pequenos episódios com uma grande mensagem e um caminho que propicia à reflexão. São estes os pontos essenciais destes Contos para Pensar. Do terno ao perturbador, do alegre ao nostálgico, histórias contadas em diferentes registos e acompanhadas por ilustrações que, na sua simplicidade, completam a mensagem do texto, são a essência desta leitura rápida e cativante.


É a componente espiritual e/ou introspectiva de cada episódio o fio de ligação entre as diferentes histórias deste livro. Mensagens de diferença, de amor, de persistência - algumas apresentadas de forma mais pessoal, algumas inclusive algo perturbadoras - surgem de cada conto sem que para isso sejam necessárias grandes dissertações sobre o assunto. As histórias são simples, contadas sem floreados, escritas de forma directa e centrada no essencial. O mesmo acontece com as ilustrações que acompanham alguns dos contos: simples, directas. E, curiosamente, é esta aplicação do básico aos grandes temas - sem elaborações, sem dissertações, sem a necessidade imperiosa de uma "conversão" - que faz com que cada conto resulte tão bem. São, como o título indica, contos para pensar. O essencial é apresentado. O resto fica para a mente do leitor.

Sendo histórias que apelam fundamentalmente a um lado mais emotivo ou à reflexão pessoal, é provável que este livro tenha um impacto bastante diferente em cada leitor que o percorra. Não há grande dedicação a artifícios ou técnicas literárias: importa mais o conteúdo. Parece, portanto, que a grande marca deste livro é a emotividade e será aos leitores mais interessados neste aspecto que este livro mais agradará. No que me diz respeito, valeu a pena percorrer as histórias deste livro leve, mas cheio de sentimento.»
As Leituras do Corvo

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Crítica de Leitor: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»

«Um verdadeiro remédio santo para a má disposição!


M*rdas Que o Meu Pai Diz não poderia fazer mais jus ao título que carrega! Esta é uma hilariante comédia repleta de ironia onde, de forma divertida e inteligente, o autor Justin Halpern expõe toda a sabedoria transmitida pelo seu Pai durante o seu crescimento.
Um livro em que, apesar da forte componente cómica, o leitor se irá rever em inúmeras situações caricatas, que fazem parte do crescimento comum, e onde o conceito familiar está presente de forma muito proeminente. Certo é que em cada conselho existirá uma gargalhada, numa narrativa que é breve mas que satisfaz todos os tipos leitor.
Se alguma vez o leitor pensou ter problemas graves de comunicação com o seu tutor, desengane-se!
Quando Justin se vê, aos 28 anos, obrigado a viver novamente a paredes meias com o seu Pai teve então a brilhante ideia de oferecer ao mundo os anedóticos conselhos que toda a vida este, sabiamente, lhe transmitiu e o resultado não poderia ser mais divertido!
Um livro que compila um sem número de situações que, sendo idênticas às que muitos de nós ultrapassaram durante o seu crescimento, rompe com todos os conceitos banais de uma forma que não poderia ser mais alegre. Desde a mais ridícula das questões, á mais filosófica, todas elas merecem uma pitada de ironia, ou sarcasmo, através de um personagem bem real que se não existisse teria, efectivamente, de ser inventado.
Mais do que uma hilariante comédia esta pequena obra é também um almanaque sobre família, no seu sentido mais valoroso e, apesar de toda a mordacidade contida nas palavras do Pai, é saliente o amor, amizade e afeição que este tem por cada um dos seus filhos, só que, dada a sua personalidade tão excêntrica, nem sempre a forma como se expressa é a mais correcta, ainda para mais, se tivermos em conta que uma boa parte do livro relata a infância de Justin.
Tudo o que realmente importa e que, de alguma forma, tempera a vida poderá assim ser encontrado nesta leitura desprendida que apela ao bom senso e ao mesmo que dá enfâse às questões mais descabidas mas que fazem, de uma forma, ou de outra, parte do que somos.
É importante notar a genialidade do autor Justin Halpern, a forma como expõe toda a narrativa, numa escrita leve e descontraída que fará o leitor esquecer-se da passagem do tempo e acabar a reflectir sobre as suas próprias vivências enquanto confirma que rir é mesmo a cura para todos os males.
No final é com um toque de sentimentalismo que verificamos que até na maior das ironias se encontra uma grande lição de moral e de amor ainda que nem sempre esteja visível, de tão insólitos que são determinados momentos da vida que o autor que teve. Sem dúvida, esta é a história de uma linda família desigual e ao mesmo tempo semelhante a tantas outras.
Um livro que tenho recomendado aos meus amigos e que vos recomendo também, pois até mesmo para quem não gosta de ler, o divertimento é garantido. Uma obra com a assinatura Pergaminho.»
Histórias de Elphaba

terça-feira, 26 de julho de 2011

O que é LIFE Energy?

Pedro Vieira, autor de SPIDER e O Mágico Que Não Acreditava em Magia, ambos editados pela Pergaminho, explica aqui.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Para ler em agosto

Em agosto o calor aperta e nesses momentos não há nada como ficar à sombra de uma árvore ou de um guarda-sol a ler, deixando-se levar por uma boa história ao sabor das páginas de um livro. Este mês a Pergaminho sugere um livro ternurento e ao mesmo tempo emocionante: Huck, de Janet Elder, sobre um cachorrinho que ensina uma família a acreditar que os finais felizes afinal existem e não são apenas uma ilusão do cinema. Se vai aproveitar as férias para repensar a sua vida ou se entretanto já regressou decidido a mudar a sua rotina, Fartos de Tudo aos 30 e Tal é o livro perfeito para si. Neste livro, Kasey Edwards explica que é possível deixar tudo para começar uma vida nova como empreendedor com um projeto próprio. Em Casamento SemGritos, outra novidade da Pergaminho para este mês, descobrirá como uma relação pode crescer e tornar-se mais sólida. Veja aqui todas as novidades da Pergaminho para agosto.

Brevemente: «Huck»

Huck

A História Extraordinária de Um Cachorrinho Perdido Que Ensinou Uma Família e Uma Cidade Inteira a Acreditar em Finais Felizes
Janet Elder

Na tradição de livros como Dewey, Um Leão Chamado Christian ou Oogy, Huck conta a extraordinária história de uma família que aprendeu uma importante lição de coragem, persistência e generosidade… tudo graças a um pequeno poodle anão.
Depois de ser diagnosticada com cancro da mama, Janet Elder teve de passar pelo desgaste físico e emocional de um longo período de tratamento. Ultrapassado este desafio, ela e o marido, Richard, decidem ceder aos intermináveis pedidos do filho, Michael, que sempre quis ter um cachorrinho. Nada melhor, pensam todos, para assinalar um novo começo de vida. Huck, um simpático poodle anão, passa a fazer parte da família.
Mas um dia, quando a família está de férias na Florida, recebem uma notícia avassaladora: Huck, que tinha ficado em casa da irmã de Janet, em Nova Jérsia, tinha fugido. Janet, Richard e Michael apanham o próximo voo de volta a casa e começam imediatamente à procura do pequeno Huck. É uma corrida contra o tempo, pois o cachorrinho tem apenas 9 meses e está perdido numa zona que não conhece, exposto ao frio, à chuva e ao risco de atropelamento. Pouco a pouco, os habitantes da pequena cidade de Ramsey, Nova Jérsia – desde o chefe da polícia até às crianças da escola primária – ajudam-nos na sua busca, num comovente testemunho de solidariedade.
Huck é uma história comovente e emocionante que nos faz lembrar que a esperança é sempre recompensada e que os finais felizes existem mesmo.

Elogios:
«Uma história comovente que mostra como um cão perdido pode trazer ao de cima o que há de melhor nas pessoas. Elder é uma escritora de talento e este livro irá certamente comover os leitores, dando-lhes mais confiança na generosidade do ser humano.»
Publishers Weekly

«Huck conta uma história na qual acontecem coisas maravilhosas porque as pessoas acreditam em si próprias e sobretudo porque acreditam umas nas outras. É uma história sobre o poder que o amor tem de mudar o mundo.»
Caroline Kennedy

«Há um ambiente de alegre inocência, quase de euforia, que percorre este livro. Elder retrata a humanidade no seu melhor, e o leitor não deixará de se sentir encorajado.»
The New York Times Book Review

segunda-feira, 18 de julho de 2011

«M*rdas Que O Meu Pai Diz» vai para 3.ª edição

O sucesso do livro de Justin Halpern em Portugal é já um facto: em pouco mais de três meses vai para a 3.ª edição. Para quem ainda não conhece, eis uma leitura de verão bem divertida!


Sobre desportivismo

«Jogaste muito bem, jogaste mesmo. Estou orgulhoso. Infelizmente, a tua equipa é uma merda. (...) Não, não podes zangar-te com as pessoas só porque são merdosas. A vida encarrega-se disso, não te preocupes.»

Sobre a reunião de pais do sexto ano
«Não me parece que aquela professora goste de ti, por isso não gosto dela. Estás sempre a inventar merdas, mas és um bom miúdo. Ela que se foda.»

Sobre partilhar
«Lamento, mas se o teu irmão não quer que brinques com as porcarias dele, não podes brincar. As porcarias são dele. Se ele quer ser um idiota e não partilhar, está no seu direito. Temos sempre o direito de sermos idiotas... Só não devemos usá-lo muitas vezes.»

Sobre lidar com rufias
«Vais encontrar alguns idiotas, e é importante que tenhas presente que o que importa não é o tamanho do couro deles, mas sim a merda que fazem.»

Sobre a amizade
«Tens bons amigos. Gosto deles. Acho que não iriam para a cama com a tua namorada, se tivesses namorada.»

Sobre a minha primeira aula de condução
«Primeiro o mais importante: um carro tem cinco mudanças Que cheiro é este? (...) OK, uma coisa ainda mais importante: peidares-te num carro parado faz de ti um idiota.»

O site de «O Mágico Que Não Acreditava em Magia»

Podem visitar o site do livro de Pedro Vieira, O Mágico Que Não Acreditava em Magia:
http://www.vidamagica.com/

e ainda o blogue da personagem principal:
http://www.bloguepeter.blogspot.com/

terça-feira, 12 de julho de 2011

Imprensa: Pedro Vieira - «SPIDER»

«[...]
Pedro Vieira, 36 anos, (...) há pouco mais de três anos e meio, lançou a Life Training, uma empresa que conta com uma equipa de 12 colaboradores, incluindo sete formadores versados na "arte" da Programação Neurolinguística (PNL). O empresário troca por miúdos: "Trata-se de uma metodologia que estuda a forma como os seres humanos programam os seus sistemas neurológicos de forma a produzir determinados resultados. Se estes dependem do meu comportamento que, por sua vez, depende do meu circuito neurológico, então se eu alterar essa realidade neurológica transformo o meu comportamento e obtenho resultados diferentes. A ideia é simples: eu posso alterar o meu estado em função dos resultados que pretendo alcançar."
O tema é, sobretudo, atraente para os líderes empresariais que querem influenciar os elementos das suas equipas de colaboradores de acordo com os objectivos traçados pela empresa. "Gosto de me apresentar como um neuroestratego. O meu papel é passar-lhes técnicas e exercícios para que consigam observar e influenciar o estado dos outros. Isso passa, sobretudo, por começar a observar mais a forma como a outra pessoa comunica e ativar em mim o mesmo canal de comunicação", avança. Do ponto de vista da gestão, "isto implica um passo incrível da parte do líder, que passa a adotar aquilo a que alguns chamam 'psicologia do líder do servidor': eu estou cá para servir as pessoas e, por isso, tenho de me ligar a elas. Uma das coisas que muito me apraz no meio empresarial português é que existem, cada vez mais, organizações a cultivarem estilos de liderança servidora".

Máquinas de fazer dinheiro
A Life Training já deu palestras em organizações como a Caixa Geral de Depósitos, o grupo Sonae, a ZON, a imobiliária ERA ou o Ikea. "Este mercado deu um grande salto em 2010. As empresas abriram-se à formação comportamental há mais de uma década, mas agora estão à procura de abordagens diferentes. Os líderes já perceberam que pessoas felizes tendem a gerar melhores resultados. Por isso, estão à procura de metodologias que lhes permita gerar melhores níveis de satisfação no local de trabalho", diz. O volume de negócios da Life Training, esse, traduz a maior procura destes serviços. Em 2010, a empresa faturou perto de 200 mil euros e, segundo as contas de Pedro, no final deste ano deverá ficar muito perto do limiar dos 500 mil euros. "Há espaço para crescer muito mais. Estamos a assistir a uma entrada muito grande de empresas neste mercado, mas por baixo. O nosso preço, por dia, está acima da média do mercado: em formação em empresa cobramos cerca de 2500 euros por dia. Mas pode ser bastante mais, dependendo da plateia e dos conteúdos formativos", contabiliza.
Pedro Vieira licenciou-se em Economia, na Universidade do Porto, e entrou pela porta das vendas no mundo empresarial. "Tive de aprender a relacionar-me, observar os outros para perceber como chegar eficazmente até eles", esclareceu. Chegou a responsável operacional pela zona Norte da cadeia de ginásios Holmes Place e a líder de mais de 400 pessoas. "Tive de encontrar ferramentas que me permitissem motivar as equipas e levá-las a utilizar melhor os seus recursos. Comecei a ler, a frequentar cursos nos Estados Unidos e no Reino Unido. Foi nessa altura, em 2008, que surgiu a Life Training", recorda. Com ela, vieram os livros. Em 2009, foi o lançamento de SPIDER - Como Definir Objetivos Irresistíveis, que será, neste mês de julho, reeditado com a chancela da Pergaminho. A editora, no passado mês de abril, disponibilizou a segunda obra de Pedro Vieira: O Mágico Que Não Acreditava em Magia. Na capa, um autocolante para atrair os muitos leitores lusos que fizeram do guru mundial Robin Sharma um dos maiores best-sellers nas livrarias lusas: "Para os leitores de O Monge Que Vendeu O Seu Ferrari".
"É também escrito como romance e pode e deve ser lido por gestores", diz Pedro. O enredo é apresentado de forma simplista: Peter é casado, pai de dois filhos e ocupa um cargo de direção numa empresa. Contudo, a sua vida define-se pela negativa: não tem tempo para os filhos, não consegue comunicar com a mulher e a sua equipa de trabalho está longe de atingir os resultados desejados. O acaso leva-o, um dia, a reencontrar um colega da faculdade que o convida a assistir a um dos seus workshops. Peter inicia uma viagem pelo autoconhecimento através das metodologias da PNL. O autor explica-se: "O livro nasceu de uma necessidade específica de muitas pessoas que falavam comigo. Queriam aprender PNL, saber o que era isso do coaching, mas pegavam num manual sobre o tema e achavam denso. Eu procurei retirar essa complexidade e transmitir a informação de uma forma atraente."
[...]»
Exame

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Imprensa: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»

«Quando este jornalista da Maxim tentou ir viver com a namorada e esta o deixou abandonado, não lhe restou mais nenhuma hipótese senão voltar para casa dos pais. O regresso apenas levantava um pequeno problema: a convivência com o seu pai, cuja frontalidade sempre deixou Justin em situações, no mínimo, embaraçosas. Mas, com o passar do tempo, Justin resolveu começar a reunir algumas das "pérolas" do seu pai, como quando este descobriu que ele tinha partido pela terceira vez no mesmo ano a janela de um vizinho e lhe disse "Mas que raio se passa contigo? Já é a terceira vez. Sabes, já começo a pensar que a culpa é do vizinho. (...) Não, não estou a falar a sério, a porra da culpa é tua, eu é que me recuso a acreditar que o meu ADN esteja envolvido em algo tão estúpido". Passado algum tempo e algumas pérolas depois no twitter, Halpern tinha-se tornado uma estrela, sendo este hilariante livro uma colecção de algumas das melhores m*rdas que o seu pai dizia. Conheça a filosofia de vida do antigo especialista em medicina nuclear e divirta-se com as histórias da família Halpern, num livro que o vai fazer chorar a rir da primeira à última página.»
Maxmen

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Novidades para as férias

Se vai de férias em julho não se esqueça de arrumar na mala um ou mais livros da Pergaminho. Este mês poderá levar consigo Um Coração Cheio de Estrelas, de Francesc Miralles – autor de Amor em Minúsculas e Quem Me Dera Que Estivesses Aqui – e de Álex Rovira – autor de O Labirinto da Felicidade. Nesta história escrita a duas mãos, guiado por uma sábia anciã, um rapaz terá de encontrar nove pessoas que representam as nove qualidades-chave do amor – e, com retalhos da sua roupa, confecionar um novo coração para Eri, a melhor amiga, que se encontra num coma profundo e misterioso, que os médicos não conseguem tratar.

Se vai aproveitar as férias para definir novos objetivos para a sua vida, a Pergaminho edita o livro perfeito para si – SPIDER, de Pedro Vieira.
Para quem gosta dos espetáculos da Broadway, trazemos-lhe Caveman – O Livro, baseado numa das peças de maior sucesso da história da Broadway.
Clique aqui para conhecer todas as novidades deste mês da Pergaminho.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Crítica de Leitor: «Beber, Jogar, F*der»

«O que me surpreendeu neste livro? Se, ao lermos o título, pensamos que o personagem principal vai ser daqueles sem princípios nenhuns, enganamo-nos bem! É um homem de bom carácter, correcto e que se entrega aos diversos prazeres, a fim de esquecer o casamento falhado. As piadas não são directas, são subtis e muitíssimo inteligentes, o que faz com que algo que poderia ser totalmente porco, se torne divertido e sarcástico sem exageros.

Um livro que pode ir contra as expectativas, mas que acaba por se tornar uma surpresa. Experimentem lê-lo, pois, na minha opinião, é daqueles livros que pode dar origem a várias opiniões diferentes.»
Segredo dos Livros

terça-feira, 14 de junho de 2011

Paulo Coelho volta a incentivar a pirataria

Ler aqui.

Imprensa: «O Mágico Que Não Acreditava em Magia»

«Transforme os desafios da vida

Oportunidades de crescimento


Escrito como um romance, O Mágico Que Não Acreditava em Magia ajuda a transformar os desafios da vida em oportunidades de crescimento. Um livro de desenvolvimento pessoal que pode, e deve, ser lido por gestores.

Peter é casado, pai de dois filhos e ocupa um cargo de direcção numa empresa. Contudo, a sua vida parece definir-se pela negativa: pelo tempo que não tem com os filhos, pela comunicação que não consegue estabelecer com a mulher e pelos resultados que não consegue obter com a sua equipa.
Um dia, por acaso, encontra-se com um amigo de faculdade, que o convida para assistir a um dos seus workshops.
Inicialmente, Peter resiste, pois sempre fora céptico em relação a estas «coisas de desenvolvimento pessoal». Mas uma questão levantada no workshop começa a assombrá-lo: "Se pudesses escolher o teu destino, qual seria?"
Peter volta a encontrar-se com o amigo e começa a aprender mais acerca de desenvolvimento pessoal e programação neurolinguística, através de princípios como «o mapa não é o território», «o significado da comunicação é o resultado que se obtém dela» e «não há falhanço, apenas feedback». As lições deste seu novo coach vão permitir-lhe descobrir formas inovadoras de lidar com adversidades - desde as birras dos filhos até às birras dos clientes e dos chefes! - e vão conduzi-lo numa viagem de autodescoberta que o levará a transformar radicalmente a sua vida... transformando apenas a perspectiva que tem sobre ela.
Pedro Vieira tem dedicado o seu recurso mais valioso - o tempo - a estudar porque fazemos aquilo que fazemos e como podemos fazer aquilo que realmente queremos fazer.»
Família Cristã

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Crítica de Leitor: «Instantes da Eternidade»

«Foi com Vida depois da Vida, livro dedicado às experiências de quase-morte, que o nome de Raymond Moody se tornou mais conhecido. Neste livro, o autor vai um pouco mais longe, analisando o que designa como "experiências de morte partilhada", isto é, situações em que as pessoas a viver fenómenos invulgares não são os que se vêem perante a morte, mas aqueles que lhes estão próximos.

Há muitas perguntas e muitas possibilidades na teoria que este livro apresenta. E não se encontram nele todas as respostas. Na verdade, o que os autores deste livro fazem é apresentar uma vasta série de experiências narradas por diferentes pessoas, de culturas e ambientes variados, e através delas construir uma teoria capaz de explicar, na medida do possível, a natureza dessas experiências. Isto é feito de uma forma bastante acessível, sem grandes elaborações teóricas, mas analisando principalmente os pontos em comum entre as múltiplas situações, estabelecendo a partir destes uma visão mais geral do que poderá definir o fenómeno.
Trata-se de um livro bastante breve e há muitas perguntas deixadas no ar. O que é apresentado neste livro é apenas o início, uma visão do conhecimento obtido até agora e, talvez, a definição essencial de um rumo a seguir. Isto é, aliás, referido várias vezes ao longo do texto e se há realmente, por vezes, a sensação de alguns elos em falta, é também esta a sensação que desperta curiosidade para o fenómeno e para o que poderá, talvez, surgir de uma análise mais aprofundada do tema.
Bastante interessante, em suma, ainda que, nalguns aspectos, fique a impressão de mais haver a explorar sobre o tema, trata-se, pois, de uma leitura cativante, principalmente para os interessados neste tipo de fenómeno.»
As Leituras do Corvo

terça-feira, 31 de maio de 2011

Recomendações para o verão

Com a chegada do verão em junho, a chuva, espera-se, ficará definitivamente para trás, pelo menos até setembro, e o sol passará a brilhar com mais intensidade, trazendo-nos calor, dias agradáveis, alegres e coloridos. É a época do ano em que as pessoas andam mais felizes também por influência da luz que influencia o nosso estado de espírito. Contudo, com toda a crise que se instalou no país, é necessário um reforço para manter ou mesmo melhorar os níveis de felicidade das pessoas. A Pergaminho deixa aos Leitores sugestões de livros que ajudarão a manter a tristeza à distância e a encontrar facilmente os sentimentos positivos que permitirão passar um verão mais feliz. E, claro, para quem se prepara para ficar em forma para os dias de praia, também poderá explorar as razões pelas quais é mais difícil para algumas pessoas emagrecerem do que para outras, além das razões físicas. Espreite aqui as novidades da Editora Pergaminho para o mês de junho.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sessão de autógrafos: Pedro Vieira

Este sábado, 28, Pedro Vieira, autor do livro O Mágico Que Não Acreditava em Magia, estará na Feira do Livro do Porto a partir das 15:00 para uma sessão de autógrafos.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Imprensa: «Beber, Jogar, F*der»

«Em 2006, "Comer, Orar, Amar", de Elizabeth Gilbert, foi um bestseller e um dos livros recomendados por Oprah Winfrey. Em 2011, "Beber, Jogar, F*der", de Andrew Gotlieb, um escritor de comédia norte-americano, ainda não é um bestseller, nunca foi uma escolha de Oprah - como se realça na capa -, mas é muito mais divertido.

Se o livro de Gilbert, que Gotlieb satiriza, era passado em Itália, Índia e Indonésia, este decorre na Irlanda, nos EUA (Las Vegas) e Tailândia. São esses os destinos eleitos por Bob Sullivan, ex-executivo de contas "de uma grande agência publicitária de Manhattan" para o ano sabático que decide tirar após ter-se divorciado. Ao contrário de Gilbert, Sullivan é uma personagem de ficção e, ao contrário dela, tem pouco interesse em descobrir a sua espiritualidade. O que Sullivan quer mesmo é divertir-se... muito.
Enquanto Gilbert passou meses em Itália a empanturrar-se de pizas e massas, Sullivan percorreu todos os bares e destilarias da Irlanda que conseguiu. E se Gilbert passou quatro meses na Índia em descoberta espiritual, Sullivan passou esses mesmos quatro meses nos casinos de Las Vegas a desbaratar dinheiro. Mas no final, ambos terminam da mesma forma: apaixonados. Ela em Bali, na Indonésia. Ele na Tailândia. E agora perguntam: E onde entrar o F*der do título? Bem, isso agora não é o mais importante.»
Os Meus Livros, Maio, 2011

Brevemente


Bem-vindo à aventura mais bela do mundo: Amar.


Um Coração Cheio de Estrelas leva-nos até ao ano de 1946, a Selonsville, uma pequena aldeia dos Alpes. Os rigores de um Inverno duro e longo teimam em não deixar esta aldeia, que luta por recuperar das feridas da guerra recentemente terminada.
No telhado do orfanato onde vivem, Michel e Eri, amigos inseparáveis, admiram o céu estrelado. Nenhum deles sabe, contudo, que na manhã seguinte Eri não despertará. Entra num coma profundo e misterioso, que os médicos não conseguem explicar nem tratar. Michel é o único que poderá mudar o destino da sua amiga…
Guiado pelos conselhos de uma sábia anciã, o rapaz terá de encontrar as nove pessoas que representam as nove qualidades-chave do amor – e, com retalhos da sua roupa, confecionar um novo coração para Eri. Mas para que este plano mágico funcione, Michel tem de empreender um desafio ainda mais difícil: encontrar o segredo do amor ilimitado, que se esconde nas profundezas da sua alma.

Francesc Miralles e Alex Rovira, autores de diversos best-sellers internacionais, oferecem-nos ao longo das páginas deste livro uma comovente história de redenção e esperança, que nos convida a descobrir o verdadeiro poder da emoção.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Crítica de Leitor: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»

«Quando, aos 28 anos, Justin se viu na necessidade de voltar a viver com o pai, o reencontro com um passado de pérolas de invulgar sabedoria levou-o a partilhar com o mundo as principais lições de vida do seu pai. Este livro traz-nos essa história, a de uma vida onde nem tudo é fácil e onde o temperamento paterno tem, de facto, bastante de estranheza, mas, independentemente das peculiaridades formais, as verdadeiras lições de vida estão lá.

É precisamente a forma invulgar, sarcástica e algo improvável como o pai de Justin parece expressar os seus conselhos e pontos de vista que torna este livro interessante. Existem aspectos inevitáveis no percurso de vida e na aprendizagem de cada um, mas o modo como estes são apresentados, de forma ao mesmo tempo chocante e divertida, dão a esta experiência de leitura algo de especial.
Trata-se, pois, de um livro que apresenta algumas lições de vida, mas de uma forma leve, cativante e que proporciona uma forte componente de entretenimento. A voz de Justin ao contar as suas experiências é, por si só, agradável e divertida, o que, aliado às situações e lições do seu pai, dá força a um livro que se lê descontraidamente e que, apesar da sua leveza inerente, deixa alguns pequenos aspectos em que pensar.
Não se trata de uma grande obra do ponto de vista literário - nem me parece que seja esse o objectivo. Penso que este livro é, acima de tudo, a história de uma personalidade invulgar, com uma forte presença perante a vida, e das lições que, de forma mais ou menos caricata, esta figura paterna pretende transmitir. E é por isso que, não sendo nenhuma obra prima da literatura, este livro é, ainda assim, uma boa leitura.»
As Leituras do Corvo

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Alexandra Solnado na Feira do Livro de Lisboa


Alexandra Solnado, autora de best-sellers como Luz, Pergunte, o Céu Responde e Voo Sensitivo, estará presente na Feira do Livro de Lisboa, no dia 7 de Maio, Sábado, entre as 16:00 e as 17:30, para uma conversa com os Leitores, com sessão de autógrafos. Aguardamos a sua visita!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Imprensa: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»

«Raivoso como Sócrates...

Remoques de um desbocado puseram Twitter em órbita M*rdas Que O Meu Pai Diz, o livro, virou best-seller – e logo depois série de TV

[...]


Basebol, esteróides, McGwire
A fama na net explodiu, a página saltou para lá dos dois milhões de seguidores, Justin Halpern passa-a a livro – e M*rdas Que O Meu Pai Diz está há mais de um ano na lista de best-seller do New York Times (Chelsea Handler sintetizou-o ao jeito de Sam: "é ridiculamente hilariante, o livro"). Divertido e inspirador, traça retrato porfundo da relação entre pais e filhos, aborda, sem papas na língua (e de forma desabrida), grandes temas da vida: o medo, a amizade, a ambição, a política, os estudos, o desporto...
Visões, são várias. Subversões, também. Há a história de Sam Halpern a treinar uma equipa infantil de basebol de um subúrbiio de San Diego – e a de Justin a jogar lá, por exemplo. Por entre elas, as revelações, saltam, imprevisíveis, alucinantes, as "pérolas" de Sam. Que sobre o desportivismo diz: "Jogaste muito bem, jogaste mesmo. Estou orgulhoso. Infelizmente, a tua equipa é uma merda. Não, não podes zangar-te com as pessoas só porque são merdosas. A vida encarrega-se disso, não te preocupes". Sobre ficar em último na corrida de 45 metros nos testes para a equipa infantil de basebol provoca: "Parecia que estavas a ser atacado por um enxame de abelhas ou algo do género. Quando vi aquele miúdo gordo que estava a cronometrar-te começar a rir... Bem, deixa-me que te diga, nunca é bom sinal quando um miúdo gordo se ri de nós." E sobre o escândalo dos esteróides no basebol arrasa: "As pessoas estão surpreendidas por o Mark McGwire tomar esteróides? Olha para ele! Parece que devia estar num expositor de feira enquanto um filho da mãe qualquer limpa a merda que ele faz"...

Basquetebol, futebol, TV...
O livro tem em fio sem fim os remoques de Sam em 17 capítulos. Sob títulos de efeito rápido, magnéticos, como: Dá o Teu Melhor e, caso isso não bastar, pensa noutra coisa depressa. Ou A confiança é o melhor caminho para o coração de uma mulher... ou pelo menos para as suas cuecas. E por entre as suas 165 páginas aparecem, furtivas, estrelas de desportos vários – no encanto do que Sam dispara no que atira pela língua fora à queima roupa. Que tanto pode ser um Ferrari como metáfora de uma disfunção eréctil como uma experiência espacial como metáfora de home run de 140 metros perdido por Justin no primeiro jogo que fez pela sua universidade.
(Pois, tinha de ser, M*rdas Que O Meu Pai Diz acabou por saltar também para a TV. A CBS convidou Justin a escrever guião para uma série. Que a Sony TV acabou de estrear em Portugal – pondo-lhe, contudo, nome mais... soft: As Parvoíces do Meu Pai. Sam é Ed Goodson e ainda mais desconcertante – e no seu papel está William Shatner, o capitão Kirk de Star Trek. Justin é Henry e ainda mais comovente – e no seu papel está Jonathan Sadowski...)»
A Bola, Abril de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Espírito e eternidade

Neste mês de Maio conheça casos em que amigos, familiares ou até profissionais de saúde partilham a experiência de quase-morte de uma pessoa que está a passar para além da vida, pela mão do Dr. Raymond Moody, autor do clássico Vida Depois da Vida.
Recomendado vivamente por Oprah Winfrey, a Pergaminho edita Aliança Espiritual, de Garry Zukav, autor do best-seller internacional Amar, Sonhar, Viver, também editado pela Pergaminho. Neste livro, Garry Zukav explora um novo tipo de relacionamento como uma sólida aliança espiritual e uma verdadeira parceria emocional. Espreite aqui as novidades para o mês de Maio.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Feira do Livro de Lisboa 2011

A 81ª Feira do Livro de Lisboa já começou. A Editora Pergaminho convida-o a visitar o nosso stand, B12, integrado na praça do Grupo Porto Editora, do lado esquerdo da Feira de quem vem do Marquês de Pombal. Todos os dias iremos divulgar o Livro do Dia, no espaço criado de propósito na coluna da direita.

Boa feira e boas leituras!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Feira do Livro de Lisboa - Livro do Dia

A partir de hoje passaremos a divulgar o Livro do Dia durante a Feira do Livro de Lisboa. Esteja atento!

O Livro do Dia para hoje, 28 de Abril é:

A Vida Mística de Jesus
Sílvia Browne

Preço Capa – € 14,00
Preço Dia – € 8,40

Sessão de autógrafos com autor Pedro Vieira

Amanhã, 29 de Abril, o autor Pedro Vieira, do livro O Mágico Que Não Acreditava em Magia, lançado este mês pela Pergaminho, estará presente na Bertrand do Dolce Vita Porto, pelas 19h, para uma sessão de autógrafos.

Sobre o livro:

Peter é casado, pai de dois filhos e ocupa um cargo de direcção numa empresa de renome no mercado. Contudo, a sua vida parece definir-se pela negativa: pelo tempo que NÃO tem com os filhos, pela comunicação que NÃO consegue estabelecer com a mulher, pelos resultados que NÃO consegue obter da sua equipa.

Um dia, inteiramente por acaso (ou será?), encontra-se com um velho amigo de faculdade, que o convida para assistir a um dos seus workshops. Inicialmente, Peter resiste, pois sempre fora céptico em relação a estas «coisas de desenvolvimento pessoal». Mas uma questão levantada no workshop começa a assombrá-lo: «Se pudesses escolher o teu destino, qual seria?»
Peter volta a encontrar-se com o seu amigo e começa progressivamente a aprender mais acerca de desenvolvimento pessoal e Programação Neuro-Linguística, através de princípios como «o mapa não é o território», «o significado da comunicação é o resultado que se obtém dela» e «não há falhanço, apenas feedback». As lições deste seu novo coach vão permitir-lhe descobrir formas inovadoras de lidar com adversidades – desde as birras dos filhos até as birras dos clientes e dos chefes! – e vão conduzi-lo numa viagem de autodescoberta que o levará a transformar radicalmente a sua vida… transformando apenas a perspectiva que tem sobre ela.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

«As Parvoíces do Meu Pai»

Baseado no livro que acaba de sair pela Editora Pergaminho, M*rdas Que o Meu Pai Diz, a série de TV tem estreia marcada para Portugal no canal Sony, no dia 19 de Abril, às 20:40. Reserve já o seu lugar no sofá, porque esta série hilariante, com William Shatner (Boston Legal) no papel de pai rabugento, é imperdível!




segunda-feira, 11 de abril de 2011

Crítica de Leitor: «O Aleph»

«O Aleph é uma narrativa na primeira pessoa deveras surpreendente, tocante e profundamente espiritual. Através dos olhos de Paulo, percorremos vários continentes, acompanhando o narrador/escritor na sua longa viagem em busca de si mesmo. Ao longo do caminho, são muitas as pessoas com que se encontra, desde leitores ávidos a desconhecidos intrigantes e muitos os locais que visita. Mas é curioso como, tal como acontece nesta narrativa, normalmente o que mais precisamos está bem perto de nós e só nos apercebemos deste facto quando vamos para longe. É no trans-siberiano que Paulo reencontra o Aleph que é como que uma porta para os momentos não resolvidos das suas vidas passadas e é também, no mesmo comboio que Hilal, uma jovem violinista que afirma que o ama e o conhece, insiste em seguir. Nesta viagem, Paulo encontra-se a si mesmo, tornando-se novamente rei do seu próprio reino, encontra o perdão pelos actos horrendos praticados numa vida anterior, encontra a amizade e, claro, muitos dos seus leitores, que tal como ele anseiam por uma espiritualidade mais profunda. Este livro chama-nos à reconciliação connosco mesmos, tal como já havíamos experimentado com a leitura de O Alquimista. Recomenda-se para quem procura uma leitura profunda e aberta à reflexão.»
O Segredo dos Livros, Março de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Novidades com e sem palavrões!

O mês de Abril chega com o dia das mentiras e a Pergaminho aderiu com uma pequena partida. Avisamos deste modo que não vamos editar o livro Terapia dos Palavrões, como anunciado no post abaixo, pela simples razão de que não existe. Também a prestigiada autora O. Prah Winifred é invenção nossa. A única coisa que é verdade é que vamos efectivamente editar os dois títulos indicados: M*rdas Que O Meu Pai Diz e Beber, Jogar, F*der. Mas estas não são as únicas novidades de Abril e nem todas têm palavrões no títulos. Veja (sem qualquer receio de ser brindado com um inspirado palavrão) aqui os nossos lançamentos para o mês de Abril.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Brevemente


Terapia dos Palavrões
O. Prah Winifred

«Sabia que os palavrões podem ser a chave para o bem-estar emocional e até físico? A Dr.ª Winifred é uma psicóloga que conduz investigações na Universidade de Harfart na área da Psicologia do Desenvolvimento e as suas descobertas mais recentes apontam para os efeitos benéficos daquilo a que ela chama «catarse linguística». O uso regular de expressões como «fosga-se», «camandro», «pata que o pôs», «raios te partam», etc., facilita a segregação neuronal de seratonina, um químico activo na redução do stresse, e tem, a longo prazo, efeitos comprovados na incrementação da sensação de bem-estar e na redução de sintomas de alguns distúrbios físicos. Este livro prático, acessível e revelador ensina como mandar literalmente os seus problemas… para o c*$%lho!»


A Pergaminho aderiu a esta terapia invulgar e vanguardista, com os nossos novos livros a incluirem palavrões nos títulos como os que se seguem:




 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 31 de março de 2011

Crítica de Leitor: «Zzzer ou Não Zzzer»



«Em boa verdade, tenho que dizer que, apesar de ter curiosidade, não dava muito por esta leitura... No entanto, foi uma agradável surpresa!

A meu ver, este é um livro sobre tudo e nada. Diversas situações permitem fazer um paralelismo com a vida do Buzz que, por este ou aquele motivo, dá para refletir.
As ilustrações dão-lhe um toque de originalidade e tornam a leitura muito agradável.»
Segredo dos Livros

terça-feira, 29 de março de 2011

Brevemente



O Mágico Que Não Acreditava em Magia
Pedro Vieira

Peter é casado, pai de dois filhos e ocupa um cargo de direcção numa empresa de renome no mercado. Contudo, a sua vida parece definir-se pela negativa: pelo tempo que NÃO tem com os filhos, pela comunicação que NÃO consegue estabelecer com a mulher, pelos resultados que NÃO consegue obter da sua equipa.

Um dia, inteiramente por acaso (ou será?), encontra-se com um velho amigo de faculdade, que o convida para assistir a um dos seus workshops. Inicialmente, Peter resiste, pois sempre fora céptico em relação a estas «coisas de desenvolvimento pessoal». Mas uma questão levantada no workshop começa a assombrá-lo: «Se pudesses escolher o teu destino, qual seria?»

Peter volta a encontrar-se com o seu amigo e começa progressivamente a aprender mais acerca de desenvolvimento pessoal e Programação Neuro-Linguística, através de princípios como «o mapa não é o território», «o significado da comunicação é o resultado que se obtém dela» e «não há falhanço, apenas feedback». As lições deste seu novo coach vão permitir-lhe descobrir formas inovadoras de lidar com adversidades – desde as birras dos filhos até as birras dos clientes e dos chefes! – e vão conduzi-lo numa viagem de autodescoberta que o levará a transformar radicalmente a sua vida… transformando apenas a perspectiva que tem sobre ela.

Sobre o autor:
Pedro Vieira nasceu em 1975 no Porto. Ao longo dos últimos anos tem dedicado o seu recurso mais valioso (o tempo!) a estudar por que fazemos aquilo que fazemos e como podemos fazer aquilo que realmente queremos fazer. Com o treino e a inspiração de grandes mestres como John Grinder, Carmen Bostic St Clair, Michael Carroll ou Steve Linder, tem trazido até ao público português os conhecimentos centrais da Neurolinguística e da Neuroestratégia, mostrando como podemos utilizar os nossos recursos para produzir os resultados que são importantes para cada um de nós.

Além do contacto directo com muitos milhares de pessoas através das suas formações, palestras e workshops, Pedro Vieira (juntamente com a equipa da LIFE Training) ajuda empresas e outras organizações a expandirem os seus resultados. Aliando a sua licenciatura em Economia e sólida experiência empresarial a amplos conhecimentos na área comportamental (incluindo certificações internacionais de Trainer e Master em Programação Neuro Linguística, Coaching e Hipnoterapia), desenvolveu a metodologia SPIDER de definição de objectivos.

Depois de ter sido responsável regional de uma multinacional, tornou-se empreendedor, estando ligado a projectos empresariais em várias áreas.

A família é o seu projecto preferido, que partilha com a Mia, e os filhos Liv, Erik e Isak.

A sua paixão é despertar a paixão dos outros, acreditando que num mundo inspirado, todos somos mais felizes.

Com a sua equipa da LIFE Training, Pedro Vieira já treinou, motivou e inspirou colaboradores de quase uma centena de empresas como a SONAE, ERA, Bosch, Delphi, WEG, Amway, IKEA, Novartis, Lactogal, Abreu, BA Vidro, Açoreana, Grupo Pestana, BP, entre muitas outras. Ministrou cursos e palestras na Escola de Gestão do Porto, na Faculdade de Economia do Porto e no Instituto Português de Administração e Marketing, entre outras instituições académicas.

http://www.pedrovieira.net/

http://www.neuroestrategia.blogspot.com/

http://www.lifetraining.com.pt/

quinta-feira, 24 de março de 2011

Crítica de Leitor: «Clube de Cinema»

«A sinopse deste livro é tão apelativa quanto o conceito de educação que descreve é surpreendente! Educar um filho com três filmes por semana parece ser uma tarefa impossível e certamente que todos sentirão curiosidade em saber como decorreu esta tentativa, especialmente tratando-se da história do próprio autor e do seu filho Jesse.

Claro que é irresistível acompanhar o crescimento de um adolescente, num contexto tão original como este, e viver com ele os mesmos problemas, amores e desamores que habitam qualquer adolescência saudável. É curiosa a relação de confidencialidade e respeito que desenvolve com o pai e o tipo de cultura que vai adquirindo.
Mas, acima de tudo, adorei as descrições dos filmes por David Gilmour. Consegue fazer transparecer toda a paixão que sente pela arte do cinema e provocou em mim uma vontade doida de expandir a colecção de DVDs. Tem o poder de resumir todo um filme numa única cena, na cena que o define, e descreve-a de forma magistral, carregado de admiração pela realização ou interpretação.
Sempre com uma linguagem simples, directa, com espaço para um toque de humor e auto-crítica, as páginas voam pelos nossos dedos com uma facilidade surpreendente!

Todos os fãs de cinema encontrarão algumas horas bem passadas, fora dos ecrãs, nas páginas de "O Clube de Cinema". Para os que não são especialmente fãs da sétima arte, talvez se tornem depois de lerem esta obra!»
Páginas Desfolhadas

terça-feira, 22 de março de 2011

Imprensa: «Sabedoria e Liderança»

«[...]
Os princípios de liderança apresentados são muito relevantes, o livro está bem estruturado e quase todos os resumos que se encontram no final de cada capítulo estão bem conseguidos. O autor insiste na separação entre conceitos de líder e gestor, que hoje é corrente, mas não o era em 1998 e é particularmente certeiro na forma como deixa clara a necessidade de alinhamento entre líder e seguidores, unidos por um propósito. E é por isso que, apesar de ser uma obra muito desequilibrada, define um estilo de liderança sustentável em termos de resultados e de convivência interpessoal. É um livro que aconselho vivamente, desde que se esqueça a narrativa que envolve a mensagem.»
Filipe Garcia (Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros)

Jornal de Negócios, Março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Ganhe um exemplar autografado de «O Aleph»

A obra de Paulo Coelho já tocou as vidas de milhões de leitores. Se é fã dos romances do «mago», diga-nos o que a leitura de Paulo Coelho significa para si. Para participar, basta escrever um pequeno texto (com cerca de 500 caracteres) que comece com a frase: «Ler Paulo Coelho faz-me sentir…».
O texto mais original será premiado com um exemplar autografado do O Aleph.


O passatempo decorre até 4 de Abril e podem enviar as vossas frases para passatempos.livros@gmail.com

Daqui.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Crítica de Leitor: «O Clube de Cinema»

«Para além de ler, outro dos meus grandes vícios é o cinema. E como partilho esta paixão com o meu marido e mais alguns amigos, não há semana que não vejamos pelo menos dois filmes. Aliás, acho que até podemos dizer que temos o nosso próprio clube de cinema. ;)


Por esta razão posso dizer que este foi um livro deveras especial. Não só aprendi imenso sobre diversos filmes que já conhecia (e que vou querer rever), como até fiz uma lista de filmes que não vou poder deixar de ver. (Haviam de ver o livrito enquanto o lia… estava cheio de post-its e anotações! lol)

Bem, a verdade é que é realmente um livro excepcional, principalmente para quem gosta de cinema. Ao mesmo tempo, é também uma história verídica interessante, sobre a relação entre um pai e um filho, durante aqueles anos de adolescência em que normalmente os pais começam a ser colocados à parte, mas que, neste caso, e com a ajuda do tal “clube de cinema”, isso não acontece.

Gostei bastante e acho que daqui a uns tempos vou ter de o reler. Afinal, de acordo com o autor, «A segunda vez que vemos uma coisa, é na realidade a primeira vez que a vemos. É preciso sabermos como vai acabar para podermos apreciar a forma maravilhosa como as coisas se conjugam desde o início.» E não é que isto é verdade, tanto em relação aos filmes como aos livros?»
O Segredo dos Livros

Em Abril!

Extremamente divertido e inspirador, M*rdas Que o Meu Pai Diz traça um retrato profundo da relação entre pais e filhos e aborda os grandes temas da vida: o medo, a amizade, os estudos, o amor, o desporto, a ambição e a família.


Uma lição de integridade, amizade e amor… sem papas na língua.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Imprensa: «O Clube de Cinema»

«Aprender a vida através de filmes


Deixar a escola e aprender a vida através de filmes. Foi a proposta de um pai, crítico de cinema, ao filho adolescente que não queria estudar. Uma história de amor e descoberta entre um homem e um rapaz a caminho de o ser.
[...]

O que fazer com um adolescente de 15 anos, completamente desmotivado da escola, que nem sequer se esforça por tirar notas mínimas e não está nada preocupado com o que pode vir a ser a sua vida? David Gilmour, um norte-americano que tem como profissão crítico de cinema, decidiu tomar uma decisão radical em relação ao filho: pediu-lhe que fosse viver consigo (Jesse morava com a mãe) e autorizou-o a deixar a escola, por ter chegado à conclusão de que talvez não fosse o melhor local para o filho aprender o que é importante aprender nesta idade. Com uma única condição: Jesse teria de passar três noites por semana a ver um filme com o pai. Assim nasceu aquilo a que chamaram o Clube de Cinema e que durante três anos permitiu a ambos (re)descobrirem-se como indvíduos, como pai e filho, como amigos, como membros de uma socidade. Uma história verídica sobre uma opção com grandes riscos – a nível escolar, a nível familiar e a nível pessoal.
“Escolher filmes para outras pessoas é uma coisa arriscada. De certa forma, pode ser tão revelador como escrever uma carta a alguém. Mostra a forma como pensamos, mostra aquilo que nos move; por vezes, pode até mostrar como pensamos que o mundo nos vê a nós. Por isso, quando recomendamos entusiasticamente um filme a alguém, quando dizemos ‘é o máximo, vais adorar!’, é terrível quando nos voltamos a encontrar no dia seguinte e o nosso amigo, de sobrolho franzido, pergunta: ‘Achaste aquilo divertido?’”, diz David Gilmour, como personagem principal deste livro em que descreveu o crescimento e a passagem a homem de um adolescente através de um modo pouco ortodoxo… mas eficaz.

A excepção na gramática
Gilmour começou por obrigar Jesse a ver Os 400 Golpes (1959), de François Truffaut: “Pensei que era uma boa maneira de lhe apresentar o cinema de autor europeu que, já sabia, iria aborrecê-lo até que aprendesse a ver. É como decorar uma exepção na gramática.” O acordo entre pai e filho implicava que o filme fosse debatido entre os dois, analisado e comentado. David aproveitou para explicar que Truffaut entrou para o mundo do cinema pela porta do cavalo, que tal como Jesse tinha desistido de estudar, que era um marginal, que cometia crimes sem importância, mas que adorava filmes e passou a infância a entrar à socapa nos cinemas que havia por todo o lado no Paris do pós-guerra.
Instinto Fatal (1992), de Paul Verhoeven, com a célebre cena de Sharon Stone a descruzar as pernas perante a polícia que a interrogava, foi um óptimo pretexto para discutir sexo, terror, drogas e lésbicas. Crimes e Escapadelas (1989), de Woody Allen, também entrou no pacote das primeiras semanas do Clube de Cinema. “Muita gente já viu Crimes e Escapadelas uma e outra vez mas, como acontece com os contos de Chekhov, não apreendeu toda a sua essência à primeira. Sempre considerei que o filme dos deixa perceber a forma como Woody Allen vê o mundo – um lugar onde as pessoas banais, como os nossos vizinhos do lado, consefuem sempre escapar impunes, até de um homicídio, e os idiotas acabam sempre com namoradas fantásticas”, a opinião de David é transmitida ao filho: “Chamei a atenção de Jesse para a elaboração narrativa do filme; a forma eficaz como descreve o romance entre o oftalmologista (Martin Landau) e a namorada histérica (Angelica Huston). Em breves traços, percebemos como chegaram onde estão, de um romance delirante a uma dupla de criminosos.”
[…]

O mundo no século XX
Passagens por O Mundo a Seus Pés (1941), de Orson Welles, A Noite da Iguana (1964), de John Huston, e Há Lodo no Cais (1954), de Elia Kazan, que serviu a Gilmour não só para explicar a revolução que O Método foi na história recente do cinema, mas também esse conturbado período da vida americana que foram os anos cinquenta e a caça às bruxas: “O realizador cometeu um daqueles erros terríveis que nos acompanham para sempre: nos anos cinquenta, testemunhou de forma voluntária perante o Comité de Actividades Antiamericanas do Congresso, presidido pelo senador Joseph MacCarthy. Expliquei-lhe que durante as ‘investigações’ do comité, muitos actores, argumentistas e realizadores viram frequentemente os seus nomes incluídos numa lista negra, por serem membros do partido comunista; várias vidas ficaram destruídas. Kazan ganhou a alcunha de ‘Loose-Lips’ [‘Língua Solta’] por causa da sua disponibilidade para ‘revelar nomes’. Os críticos acusaram Há Lodo no Cais de ser, essencialmente, uma elaborada justificação para a traição dos amigos. Percebi que os olhos de Jesse se turvavam...”.
[...]»
Notícias Magazine, Fevereiro de 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Novidades de Março

O novo mês estreia-se com Sol, depois de um Inverno rigoroso, já a antecipar a chegada da Primavera.
A Pergaminho traz novidades de leitura irresistível. A primeira grande novidade de Março é Odisseia Com Homer sobre um gatinho cego que surpreende a nova dona com a sua vontade de viver e a sua capacidade de amar. Uma história ternurenta que o vai comover. Zzzer ou Não Zzzer, de John Penberthy, ensina-nos que a vida é demasiado importante para ser levada tão a sério. E a marcar o regresso de Osho aos escaparates portugueses não perca Encontros com Pessoas Extraordinárias. Poderá conhecer todas as novidades do mês aqui.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Imprensa: «Os Doze»

«O fim em 2012?

Estará a antiga profecia Maia correcta? Está de facto próximo o fim do mundo tal como o conhecemos? Ou haverá um sentido oculto, mais profundo e misterioso para esta profecia arcana?


Abordando um tema que cada vez mais está na moda – o fim do mundo ditado pelo calendário Maia – William Gladstone conseguiu em Os Doze criar uma narrativa fluida, com leves e interessantes pitadas de aventura, proclamando uma busca incessante pela sobrevivência da humanidade e pela descoberta efectiva de Os Doze (conjunto de pessoas cuja missão é unir-se e salvar a Terra da destruição). Lançado pela Pergaminho este é um romance que combina elementos de esoterismo, aventura e mistério, em redor da antiga profecia Maia, que aponta o 21 de Dezembro de 2012 como o final dos tempos.

A obra conta a história de Max, um herói invulgar que é lançado pelo destino numa viagem à descoberta do segredo por detrás da antiga profecia Maia sobre o final dos tempos, previsto para 21 de Dezembro de 2012.

Em criança, Max vivia isolado num mundo feito de padrões numéricos e cromáticos, e só começou a falar aos seis anos de idade. Aos quinze anos sofreu uma experiência de quase-morte durante a qual tem uma visão que lhe revela o nome de doze pessoas. Embora não consiga compreender o sentido desta revelação, Max sente que tem um significado profundo: todos os Doze parecem estar ligados entre si e todos eles têm um papel a desempenhar no momento em que o mundo chegar ao fim.

Através de várias aventuras espectaculares em Jerusalém, Atenas, Londres, Índia, Istambul, China, Japão e México, vai sendo revelado aos leitores como Max e Os Doze cumprem a missão que o destino lhes reserva: descobrir o verdadeiro sentido da misteriosa data de 21 de Dezembro de 2012.

Estará a antiga profecia Maia correcta? Estará de facto próximo o fim do mundo tal como o conhecemos?

Combinando elementos de esoterismo, aventura e mistério, Os Doze é um romance a não perder para leitores de O Alquimista, A Cabana e O Código Da Vinci
Algarve Vivo, Fevereiro de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Paulo Coelho em entrevista

Paulo Coelho deu recentemente uma entrevista ao Correio da Manhã sobre o seu novo livro O Aleph. Ler aqui.

Em Março


«Um livro irresistível.»
The Toronto Sun


«Uma deliciosa história de humanos e felinos.»
Library Journal

«Um livro comovente, a não perder.»
USA Today

«Esta comovente memória sobre a adopção de um gatinho de necessidades especiais ensina que às vezes, na vida, é preciso dar um salto no escuro.»
People

«Um livro cheio de ternura e muito comovente; Homer ensina precisas lições sobre o amor e a tolerância.»
Publishers Weekly

«Quem imaginar um gato cego como um animal triste, medroso e incapaz vai certamente mudar de ideias ao ler este livro. Uma história de superação, tanto para o gato como para a sua dona, que mostra o amor incondicional que pode existir na relação entre uma pessoa e o seu gato.»
A Folha de São Paulo

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

«O Aleph» no TOP

O novo livro de Paulo Coelho, lançado na sexta-feira, dia 11, entrou directamente para o primeiro lugar no TOP das livrarias.

Bertrand


FNAC

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

M*rdas Que o Meu Pai Diz

Capa estrangeira

Em breve, a Pergaminho publicará o livro M*rdas Que o Meu Pai Diz, de Justin Halpern, um livro deliciosamente hilariante.

Aos 28 anos, depois de ser deixado pela namorada, Justin Halpern vê-se na humilhante obrigação de voltar a viver em casa dos pais… e de partilhar o seu espaço com o pai de 73 anos, Sam Halpern, possivelmente o homem mais maldisposto do mundo.

Usando a sua vocação de escritor e guionista, Justin começa a registar a sabedoria irónica contida nos desabafos, conselhos e, por vezes, nos berros furiosos do pai. Criou uma página no Twitter para partilhar com os amigos estas pérolas – e, em pouco tempo, a página tinha centenas de milhares de seguidores!

Este fenómeno da Internet deu origem a um dos best-sellers do ano e um dos livros mais engraçados dos últimos tempos. Tendo por base as pérolas do pai, o filho recria brilhantemente alguns momentos da sua infância e juventude.

A série de televisão da CBS, com William Shatner no papel do pai resmungão

Extremamente divertido e inspirador, M*rdas Que o Meu Pai Diz traça um retrato profundo da relação entre pais e filhos e aborda os grandes temas da vida: o medo, a amizade, os estudos, o amor, o desporto, a ambição e a família.

Uma lição de integridade, amizade e amor… sem papas na língua.

Excertos:

Sobre partilhar

«Lamento, mas se o teu irmão não quer que brinques com as porcarias dele, não podes brincar. As porcarias são dele. Se ele quer ser um idiota e não partilhar, está no seu direito. Temos sempre o direito de sermos idiotas... Só não devemos usá-lo muitas vezes.»


Sobre filmar a manhã de Natal
«Muito bem, sorri enquanto desembrulhas a prenda. (...) Não, sorri e olha para a câmara, idiota.»


Sobre lidar com rufias
«Vais encontrar alguns idiotas, e é importante que tenhas presente que o que importa não é o tamanho do couro deles, mas sim a merda que fazem.»


Sobre a amizade
«Tens bons amigos. Gosto deles. Acho que não iriam para a cama com a tua namorada, se tivesses namorada.»


Sobre a minha primeira aula de condução
«Primeiro o mais importante: um carro tem cinco mudanças Que cheiro é este? (...) OK, uma coisa ainda mais importante: peidares-te num carro parado faz de ti um idiota.»


Sobre o sistema democrático
«Vamos jantar peixe. (...) Como queiras, vamos votar. Quem quer peixe para o jantar? (...) Pois é, a democracia perde a piada quando te lixa, não é?»

Sobre pensar em fazer uma tatuagem
«Podes fazer o que quiseres. Mas eu também posso. E o que eu vou fazer é dizer a toda a gente que a tua tatuagem é mesmo estúpida.»
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