«Alexandra Solnado, autora dos livros Este Jesus Cristo que Vos Fala e Bom Karma, acaba de ser galardoada com o International Latino Book Award de 2012 pela edição norte-americana da sua obra O Livro da Luz. É a primeira vez que este galardão promovido pelo Instituto Cervantes e pela fundação Latino Literacy Now, é entregue a uma escritora portuguesa. A filha do actor Raul Solnado tentou uma carreira na representação, mas nos últimos anos abdicou dela para se dedicar à literatura espiritual.»
Destak
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terça-feira, 24 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Imprensa: «De repente outra vez single»
«A separação é um dos processos mais dolorosos pelo qual um casal pode passar. O fim de uma relação amorosa (seja um romance breve uma relação estável e duradoura), obriga a repensar quase todos os aspetos da vida quotidiana.
Tendo assentado a identidade na noção de casal e de uma vida partilhada com alguém, é sempre um desafio reconstruir os hábitos do dia a dia e as perspectivas de futuro. Mas, como quase todas as crises, a separação é também uma excelente oportunidade de crescimento e introspeção. O processo transformativo que implica permite conhecer-se melhor, identificar as suas forças e fraquezas e vir a ser uma pessoa mais madura, completa e equilibrada.
Publicado pela Pergaminho, "De repente outra vez single", da autoria de Gina Kästele, oferece respostas sensíveis e eficazes a diversas perguntas que surgem após uma separação. Acompanha o leitor num processo cuidado de autoanálise e propõe diversos rituais e exercícios que ajudam a fazer o luto da separação e ultrapassar a saudade.
Uma obra prática e acessível, que permite reorientar a vida e dar os primeiros passos em direção a um novo futuro.
Gina Kästele é psicóloga e psicoterapeuta com especialização em Pedagogia Social. É autora de diversos livros de psicologia e desenvolvimento pessoal de sucesso em diversos países.»
O Despertar
Tendo assentado a identidade na noção de casal e de uma vida partilhada com alguém, é sempre um desafio reconstruir os hábitos do dia a dia e as perspectivas de futuro. Mas, como quase todas as crises, a separação é também uma excelente oportunidade de crescimento e introspeção. O processo transformativo que implica permite conhecer-se melhor, identificar as suas forças e fraquezas e vir a ser uma pessoa mais madura, completa e equilibrada.
Publicado pela Pergaminho, "De repente outra vez single", da autoria de Gina Kästele, oferece respostas sensíveis e eficazes a diversas perguntas que surgem após uma separação. Acompanha o leitor num processo cuidado de autoanálise e propõe diversos rituais e exercícios que ajudam a fazer o luto da separação e ultrapassar a saudade.
Uma obra prática e acessível, que permite reorientar a vida e dar os primeiros passos em direção a um novo futuro.
Gina Kästele é psicóloga e psicoterapeuta com especialização em Pedagogia Social. É autora de diversos livros de psicologia e desenvolvimento pessoal de sucesso em diversos países.»
O Despertar
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Imprensa: «Peter Pan Pode Crescer»
«Peter Pan pode crescer
Um livro sobre homens que deve ser lido por todas as mulheres
Hoje em dia existem muitos homens com o perfil de Peter Pan. São homens que se recusam a crescer e a aceitar a maturidade, que têm dificuldade em manter relacionamentos, que são incapazes de tomar decisões responsáveis, de encarar problemas e até de aceitar desafios. São, a nível emocional, crianças, como se desejassem ser eternamente "meninos". "Peter Pan Pode Crescer" (ed. Pergaminho) é uma viagem do homem até à maturidade.
Nesta obra, de Antoni Bolinches, Peter Pam é uma personagem de ficção, um menino encantador, cheio de espontaneidade e sentido de aventura. É um menino ferido desde a infância, sente-se abandonado e não o aceita. Refugia-se no seu mundo de fantasia, porque não é capaz de enfrentar a dor que lhe causa não sentir-se amado pelos pais. Por isso, procura ser amado, de um modo infantil, sem ser capaz de se comportar de maneira apropriada para ser amado como um adulto.
Renuncia a viajar com Wendy porque, segundo diz, a única coisa que deseja é ser um menino e divertir-se, ainda que, ao mesmo tempo, seja capaz de arriscar a sua vida para salvar Wendy, os irmãos e os meninos perdidos das garras do Capitão Gancho. Porque uma coisa é arriscar a vida numa aventura e outra coisa muito diferente é aceitar uma vida sem aventuras, que é o que fazem a maior parte dos adultos.
Peter é bondoso e corajoso mas é, ao mesmo tempo, imaturo.
Por isso, é capaz de grandes façanhas sempre que isso não implique que o compromisso de assumir as consequências. Um livro que aborda questões que afectam muitos homens, mas que deve também ser lido pelas mulheres.»
Algarve Vivo
Um livro sobre homens que deve ser lido por todas as mulheres
Hoje em dia existem muitos homens com o perfil de Peter Pan. São homens que se recusam a crescer e a aceitar a maturidade, que têm dificuldade em manter relacionamentos, que são incapazes de tomar decisões responsáveis, de encarar problemas e até de aceitar desafios. São, a nível emocional, crianças, como se desejassem ser eternamente "meninos". "Peter Pan Pode Crescer" (ed. Pergaminho) é uma viagem do homem até à maturidade.
Nesta obra, de Antoni Bolinches, Peter Pam é uma personagem de ficção, um menino encantador, cheio de espontaneidade e sentido de aventura. É um menino ferido desde a infância, sente-se abandonado e não o aceita. Refugia-se no seu mundo de fantasia, porque não é capaz de enfrentar a dor que lhe causa não sentir-se amado pelos pais. Por isso, procura ser amado, de um modo infantil, sem ser capaz de se comportar de maneira apropriada para ser amado como um adulto.
Renuncia a viajar com Wendy porque, segundo diz, a única coisa que deseja é ser um menino e divertir-se, ainda que, ao mesmo tempo, seja capaz de arriscar a sua vida para salvar Wendy, os irmãos e os meninos perdidos das garras do Capitão Gancho. Porque uma coisa é arriscar a vida numa aventura e outra coisa muito diferente é aceitar uma vida sem aventuras, que é o que fazem a maior parte dos adultos.
Peter é bondoso e corajoso mas é, ao mesmo tempo, imaturo.
Por isso, é capaz de grandes façanhas sempre que isso não implique que o compromisso de assumir as consequências. Um livro que aborda questões que afectam muitos homens, mas que deve também ser lido pelas mulheres.»
Algarve Vivo
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Imprensa: «Como Não Escrever Um Romance»
«Hoje na Sábado escrevo sobre um divertido e útil manual de escrita criativa que se lê como um livro de ficção: Como Não Escrever Um Romance. Howard Mittelmark, ficcionista, cronista e crítico do New York Times, e Sandra Newman, professora de escrita criativa e romancista, são os co-autores. Ambos expõem com fluência, fair play e sagacidade os alçapões da literatura. O livro está dividido em sete partes e quinze capítulos que sistematizam os 200 erros clássicos que têm de ser evitados. Dois exemplos: decalcar piadas de Seinfeld e, mais importante, evitar personagens que passem o tempo «a libertar ventosidades anais...» Enfim, o tipo de livro que interessa a toda a gente que gosta de ler.»
Eduardo Pitta, Da Literatura
Eduardo Pitta, Da Literatura
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Imprensa: «Treta Emocional»
«Doença psicológica
Manter qualquer tipo de relationamentos é cada vez mais difícil, tudo porque a nossa mente manipula a verdade.
O psicólogo Carl Alasko atribui a culpa das dificuldades que, hoje em dia, sentimos nos mais variados relacionamentos, à treta emocional, que apelida de doença psicológica e emocional que mina as relações, desde as amorosas, passando pelas laborais e até as familiares. Ao longo do livro, Alasko explica-nos como é que a treta emocional atua e exemplifica com casos dos seus pacientes.A treta emocional, que, segundo o psicólogo, envolve sempre a manipulação da verdade e a distorção da realidade, é originada por um trio tóxico composto pela negação, ilusão e recriminação. O trabalho em equipa deste trio faz com que um facto essencial seja negado, originando a ilusão de uma realidade alternativa e a recriminação, que surge quando responsabilizamos outros pelo problema inicial. De acordo com esta teoria não recorremos ao trio tóxico intencionalmente, mas afinal porque usamos a treta emocional? O psicólogo não tem dúvidas que o fazemos, entre outras razões, para evitar conflitos e sentomentos incómodos, negar a gravidade de uma consequência e exagerar as nossas capacidades. Assim, a nossa ligação com os outros acaba por não se assentar em emoções genuínas nem em factos fidedignos e torna-se superficial.
Para Carl Alasko, a satisfação das nossas necessidades essenciais é o caminho para acabarmos com a treta emocional. Siga o conselho do psicólogo e coloque a si própria as seguintes questões: "O que posso fazer para tornar a minha vida verdadeiramente gratificante; que comportamentos posso alterar para satisfazer as minhas necessidades essenciais; quais são as crenças que me impedem de honrar as minhas necessidades". Depois focalize-se em si e corte a treta emocional pela raiz e terá relacionamentos mais felizes.»
Saber Viver
Manter qualquer tipo de relationamentos é cada vez mais difícil, tudo porque a nossa mente manipula a verdade.
O psicólogo Carl Alasko atribui a culpa das dificuldades que, hoje em dia, sentimos nos mais variados relacionamentos, à treta emocional, que apelida de doença psicológica e emocional que mina as relações, desde as amorosas, passando pelas laborais e até as familiares. Ao longo do livro, Alasko explica-nos como é que a treta emocional atua e exemplifica com casos dos seus pacientes.Para Carl Alasko, a satisfação das nossas necessidades essenciais é o caminho para acabarmos com a treta emocional. Siga o conselho do psicólogo e coloque a si própria as seguintes questões: "O que posso fazer para tornar a minha vida verdadeiramente gratificante; que comportamentos posso alterar para satisfazer as minhas necessidades essenciais; quais são as crenças que me impedem de honrar as minhas necessidades". Depois focalize-se em si e corte a treta emocional pela raiz e terá relacionamentos mais felizes.»
Saber Viver
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Imprensa: «A Arte do Inconformismo»
«"Crie o seu próprio emprego". Para o norte-americano Chris Guilebeau, esta é a única estrada para a Liberdade e para uma vida plena. Nada de horários, de compromissos impostos pelos outros e de tarefas rotineiras. Apenas muita vontade de trabalhar e de mudar o mundo. Foi assim, aliás, que partiu em busca de um futuro diferente para os seus dias. Agora, ajuda os outros a fazer o mesmo, num livro que tem como objectivo "transformar" o pensamento das pessoas. Para isso, define em que consiste exactamente o inconformismo e como pô-lo em acção. Pelo meio, lembra também a importância de definir objectivos e de os avaliar periodicamente. Depois, é pôr mãos à obra. E à vida que se deseja.»
Jornal de Letras, Artes e Ideias
Jornal de Letras, Artes e Ideias
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Imprensa: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»
«"M*rdas que o meu pai diz" foi a minha última leitura de fim-de-semana. Aproveitei o último momento de descanso, que teve dimensões XXL, para voltar a apostar num género hilariante. O livro é verídico e começou a ser escrito numa rede social para amigos.
Tudo acontece no seio de uma família americana, mas poderia ter acontecido em Portugal ou em qualquer outro país do mundo.
Justin Halpern acaba o relacionamento com a namorada e vê-se obrigado a regressar a casa dos pais. O pior é que o pai de Justin, apesar de muito culto, deve ser dos homens mais brutos que conheci até hoje. Contesta tudo e está sempre zangado com a vida.
Enquanto guionista, Justin aproveita as frases maldispostas do pai para fazer um livro que marca alguns episódios da sua vida, desde a sua infância aos dias de hoje. Recomendo, e mais não posso dizer!»
Mário Gonçalves, Jornal Lezírias
Tudo acontece no seio de uma família americana, mas poderia ter acontecido em Portugal ou em qualquer outro país do mundo.
Justin Halpern acaba o relacionamento com a namorada e vê-se obrigado a regressar a casa dos pais. O pior é que o pai de Justin, apesar de muito culto, deve ser dos homens mais brutos que conheci até hoje. Contesta tudo e está sempre zangado com a vida.
Enquanto guionista, Justin aproveita as frases maldispostas do pai para fazer um livro que marca alguns episódios da sua vida, desde a sua infância aos dias de hoje. Recomendo, e mais não posso dizer!»
Mário Gonçalves, Jornal Lezírias
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Imprensa: «Fartos de Tudo aos 30 e Tal»
«Todos já acordámos sem vontade de ir trabalhar. Afinal, há tanta coisa interessante para fazer das 9:00 às 17:00 (ou, como muitos horários de trabalho de hoje, das 8:00 às 22:00). Mas o que sucede quando não se tem mais vontade de ir trabalhar? Há uma epidemia de descontentamento, condições de trabalho mais precárias, ambientes mais competitivos e pessoas menos dispostas a tolerá-los pelo vago objectivo de "ganhar a vida". Kasey Edwards explica com muito humor neste livro o que fazer, quando a procura pelo sentido da vida se sobrepõe ao êxito na carreira.»
Revista Mariana
Revista Mariana
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Imprensa: «Feliz Novo Dia»
«Um livro diferente de todos os outros e que transmite uma lição muito simples, mas profundamente transformadora: que a nossa mente é maleável e educável e que, por isso, se pode renovar e transformar. Ou seja, podemos reeducar-nos e reprogramar-nos a n´so próprios, para pensar melhor, activando o elemento químico do bem-estar que todos temos nos nossos corpos (a serotonina) e praticando aquilo a que poderíamos chamar... fitness mental. Feliz Novo Dia apresenta um sistema completo de fitness mental - um programa de 21 dias, com base em sete atitudes básicas para viver melhor, ser feliz e, acima de tudo, ser mestre dos seus pensamentos e emoções.»
Zen
Zen
terça-feira, 12 de julho de 2011
Imprensa: Pedro Vieira - «SPIDER»
«[...]
Pedro Vieira, 36 anos, (...) há pouco mais de três anos e meio, lançou a Life Training, uma empresa que conta com uma equipa de 12 colaboradores, incluindo sete formadores versados na "arte" da Programação Neurolinguística (PNL). O empresário troca por miúdos: "Trata-se de uma metodologia que estuda a forma como os seres humanos programam os seus sistemas neurológicos de forma a produzir determinados resultados. Se estes dependem do meu comportamento que, por sua vez, depende do meu circuito neurológico, então se eu alterar essa realidade neurológica transformo o meu comportamento e obtenho resultados diferentes. A ideia é simples: eu posso alterar o meu estado em função dos resultados que pretendo alcançar."
O tema é, sobretudo, atraente para os líderes empresariais que querem influenciar os elementos das suas equipas de colaboradores de acordo com os objectivos traçados pela empresa. "Gosto de me apresentar como um neuroestratego. O meu papel é passar-lhes técnicas e exercícios para que consigam observar e influenciar o estado dos outros. Isso passa, sobretudo, por começar a observar mais a forma como a outra pessoa comunica e ativar em mim o mesmo canal de comunicação", avança. Do ponto de vista da gestão, "isto implica um passo incrível da parte do líder, que passa a adotar aquilo a que alguns chamam 'psicologia do líder do servidor': eu estou cá para servir as pessoas e, por isso, tenho de me ligar a elas. Uma das coisas que muito me apraz no meio empresarial português é que existem, cada vez mais, organizações a cultivarem estilos de liderança servidora".
Máquinas de fazer dinheiro
A Life Training já deu palestras em organizações como a Caixa Geral de Depósitos, o grupo Sonae, a ZON, a imobiliária ERA ou o Ikea. "Este mercado deu um grande salto em 2010. As empresas abriram-se à formação comportamental há mais de uma década, mas agora estão à procura de abordagens diferentes. Os líderes já perceberam que pessoas felizes tendem a gerar melhores resultados. Por isso, estão à procura de metodologias que lhes permita gerar melhores níveis de satisfação no local de trabalho", diz. O volume de negócios da Life Training, esse, traduz a maior procura destes serviços. Em 2010, a empresa faturou perto de 200 mil euros e, segundo as contas de Pedro, no final deste ano deverá ficar muito perto do limiar dos 500 mil euros. "Há espaço para crescer muito mais. Estamos a assistir a uma entrada muito grande de empresas neste mercado, mas por baixo. O nosso preço, por dia, está acima da média do mercado: em formação em empresa cobramos cerca de 2500 euros por dia. Mas pode ser bastante mais, dependendo da plateia e dos conteúdos formativos", contabiliza.
Pedro Vieira licenciou-se em Economia, na Universidade do Porto, e entrou pela porta das vendas no mundo empresarial. "Tive de aprender a relacionar-me, observar os outros para perceber como chegar eficazmente até eles", esclareceu. Chegou a responsável operacional pela zona Norte da cadeia de ginásios Holmes Place e a líder de mais de 400 pessoas. "Tive de encontrar ferramentas que me permitissem motivar as equipas e levá-las a utilizar melhor os seus recursos. Comecei a ler, a frequentar cursos nos Estados Unidos e no Reino Unido. Foi nessa altura, em 2008, que surgiu a Life Training", recorda. Com ela, vieram os livros. Em 2009, foi o lançamento de SPIDER - Como Definir Objetivos Irresistíveis, que será, neste mês de julho, reeditado com a chancela da Pergaminho. A editora, no passado mês de abril, disponibilizou a segunda obra de Pedro Vieira: O Mágico Que Não Acreditava em Magia. Na capa, um autocolante para atrair os muitos leitores lusos que fizeram do guru mundial Robin Sharma um dos maiores best-sellers nas livrarias lusas: "Para os leitores de O Monge Que Vendeu O Seu Ferrari".
"É também escrito como romance e pode e deve ser lido por gestores", diz Pedro. O enredo é apresentado de forma simplista: Peter é casado, pai de dois filhos e ocupa um cargo de direção numa empresa. Contudo, a sua vida define-se pela negativa: não tem tempo para os filhos, não consegue comunicar com a mulher e a sua equipa de trabalho está longe de atingir os resultados desejados. O acaso leva-o, um dia, a reencontrar um colega da faculdade que o convida a assistir a um dos seus workshops. Peter inicia uma viagem pelo autoconhecimento através das metodologias da PNL. O autor explica-se: "O livro nasceu de uma necessidade específica de muitas pessoas que falavam comigo. Queriam aprender PNL, saber o que era isso do coaching, mas pegavam num manual sobre o tema e achavam denso. Eu procurei retirar essa complexidade e transmitir a informação de uma forma atraente."
[...]»
Exame
Pedro Vieira, 36 anos, (...) há pouco mais de três anos e meio, lançou a Life Training, uma empresa que conta com uma equipa de 12 colaboradores, incluindo sete formadores versados na "arte" da Programação Neurolinguística (PNL). O empresário troca por miúdos: "Trata-se de uma metodologia que estuda a forma como os seres humanos programam os seus sistemas neurológicos de forma a produzir determinados resultados. Se estes dependem do meu comportamento que, por sua vez, depende do meu circuito neurológico, então se eu alterar essa realidade neurológica transformo o meu comportamento e obtenho resultados diferentes. A ideia é simples: eu posso alterar o meu estado em função dos resultados que pretendo alcançar."
O tema é, sobretudo, atraente para os líderes empresariais que querem influenciar os elementos das suas equipas de colaboradores de acordo com os objectivos traçados pela empresa. "Gosto de me apresentar como um neuroestratego. O meu papel é passar-lhes técnicas e exercícios para que consigam observar e influenciar o estado dos outros. Isso passa, sobretudo, por começar a observar mais a forma como a outra pessoa comunica e ativar em mim o mesmo canal de comunicação", avança. Do ponto de vista da gestão, "isto implica um passo incrível da parte do líder, que passa a adotar aquilo a que alguns chamam 'psicologia do líder do servidor': eu estou cá para servir as pessoas e, por isso, tenho de me ligar a elas. Uma das coisas que muito me apraz no meio empresarial português é que existem, cada vez mais, organizações a cultivarem estilos de liderança servidora".
Máquinas de fazer dinheiro
A Life Training já deu palestras em organizações como a Caixa Geral de Depósitos, o grupo Sonae, a ZON, a imobiliária ERA ou o Ikea. "Este mercado deu um grande salto em 2010. As empresas abriram-se à formação comportamental há mais de uma década, mas agora estão à procura de abordagens diferentes. Os líderes já perceberam que pessoas felizes tendem a gerar melhores resultados. Por isso, estão à procura de metodologias que lhes permita gerar melhores níveis de satisfação no local de trabalho", diz. O volume de negócios da Life Training, esse, traduz a maior procura destes serviços. Em 2010, a empresa faturou perto de 200 mil euros e, segundo as contas de Pedro, no final deste ano deverá ficar muito perto do limiar dos 500 mil euros. "Há espaço para crescer muito mais. Estamos a assistir a uma entrada muito grande de empresas neste mercado, mas por baixo. O nosso preço, por dia, está acima da média do mercado: em formação em empresa cobramos cerca de 2500 euros por dia. Mas pode ser bastante mais, dependendo da plateia e dos conteúdos formativos", contabiliza.
Pedro Vieira licenciou-se em Economia, na Universidade do Porto, e entrou pela porta das vendas no mundo empresarial. "Tive de aprender a relacionar-me, observar os outros para perceber como chegar eficazmente até eles", esclareceu. Chegou a responsável operacional pela zona Norte da cadeia de ginásios Holmes Place e a líder de mais de 400 pessoas. "Tive de encontrar ferramentas que me permitissem motivar as equipas e levá-las a utilizar melhor os seus recursos. Comecei a ler, a frequentar cursos nos Estados Unidos e no Reino Unido. Foi nessa altura, em 2008, que surgiu a Life Training", recorda. Com ela, vieram os livros. Em 2009, foi o lançamento de SPIDER - Como Definir Objetivos Irresistíveis, que será, neste mês de julho, reeditado com a chancela da Pergaminho. A editora, no passado mês de abril, disponibilizou a segunda obra de Pedro Vieira: O Mágico Que Não Acreditava em Magia. Na capa, um autocolante para atrair os muitos leitores lusos que fizeram do guru mundial Robin Sharma um dos maiores best-sellers nas livrarias lusas: "Para os leitores de O Monge Que Vendeu O Seu Ferrari".
"É também escrito como romance e pode e deve ser lido por gestores", diz Pedro. O enredo é apresentado de forma simplista: Peter é casado, pai de dois filhos e ocupa um cargo de direção numa empresa. Contudo, a sua vida define-se pela negativa: não tem tempo para os filhos, não consegue comunicar com a mulher e a sua equipa de trabalho está longe de atingir os resultados desejados. O acaso leva-o, um dia, a reencontrar um colega da faculdade que o convida a assistir a um dos seus workshops. Peter inicia uma viagem pelo autoconhecimento através das metodologias da PNL. O autor explica-se: "O livro nasceu de uma necessidade específica de muitas pessoas que falavam comigo. Queriam aprender PNL, saber o que era isso do coaching, mas pegavam num manual sobre o tema e achavam denso. Eu procurei retirar essa complexidade e transmitir a informação de uma forma atraente."
[...]»
Exame
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Imprensa: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»
«Quando este jornalista da Maxim tentou ir viver com a namorada e esta o deixou abandonado, não lhe restou mais nenhuma hipótese senão voltar para casa dos pais. O regresso apenas levantava um pequeno problema: a convivência com o seu pai, cuja frontalidade sempre deixou Justin em situações, no mínimo, embaraçosas. Mas, com o passar do tempo, Justin resolveu começar a reunir algumas das "pérolas" do seu pai, como quando este descobriu que ele tinha partido pela terceira vez no mesmo ano a janela de um vizinho e lhe disse "Mas que raio se passa contigo? Já é a terceira vez. Sabes, já começo a pensar que a culpa é do vizinho. (...) Não, não estou a falar a sério, a porra da culpa é tua, eu é que me recuso a acreditar que o meu ADN esteja envolvido em algo tão estúpido". Passado algum tempo e algumas pérolas depois no twitter, Halpern tinha-se tornado uma estrela, sendo este hilariante livro uma colecção de algumas das melhores m*rdas que o seu pai dizia. Conheça a filosofia de vida do antigo especialista em medicina nuclear e divirta-se com as histórias da família Halpern, num livro que o vai fazer chorar a rir da primeira à última página.»
Maxmen
Maxmen
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Justin Halpern,
M*rdas Que O Meu Pai Diz
terça-feira, 14 de junho de 2011
Imprensa: «O Mágico Que Não Acreditava em Magia»
«Transforme os desafios da vida
Oportunidades de crescimento
Peter é casado, pai de dois filhos e ocupa um cargo de direcção numa empresa. Contudo, a sua vida parece definir-se pela negativa: pelo tempo que não tem com os filhos, pela comunicação que não consegue estabelecer com a mulher e pelos resultados que não consegue obter com a sua equipa.
Um dia, por acaso, encontra-se com um amigo de faculdade, que o convida para assistir a um dos seus workshops.
Inicialmente, Peter resiste, pois sempre fora céptico em relação a estas «coisas de desenvolvimento pessoal». Mas uma questão levantada no workshop começa a assombrá-lo: "Se pudesses escolher o teu destino, qual seria?"
Peter volta a encontrar-se com o amigo e começa a aprender mais acerca de desenvolvimento pessoal e programação neurolinguística, através de princípios como «o mapa não é o território», «o significado da comunicação é o resultado que se obtém dela» e «não há falhanço, apenas feedback». As lições deste seu novo coach vão permitir-lhe descobrir formas inovadoras de lidar com adversidades - desde as birras dos filhos até às birras dos clientes e dos chefes! - e vão conduzi-lo numa viagem de autodescoberta que o levará a transformar radicalmente a sua vida... transformando apenas a perspectiva que tem sobre ela.
Pedro Vieira tem dedicado o seu recurso mais valioso - o tempo - a estudar porque fazemos aquilo que fazemos e como podemos fazer aquilo que realmente queremos fazer.»
Família Cristã
Oportunidades de crescimento
Escrito como um romance, O Mágico Que Não Acreditava em Magia ajuda a transformar os desafios da vida em oportunidades de crescimento. Um livro de desenvolvimento pessoal que pode, e deve, ser lido por gestores.
Peter é casado, pai de dois filhos e ocupa um cargo de direcção numa empresa. Contudo, a sua vida parece definir-se pela negativa: pelo tempo que não tem com os filhos, pela comunicação que não consegue estabelecer com a mulher e pelos resultados que não consegue obter com a sua equipa.
Um dia, por acaso, encontra-se com um amigo de faculdade, que o convida para assistir a um dos seus workshops.
Inicialmente, Peter resiste, pois sempre fora céptico em relação a estas «coisas de desenvolvimento pessoal». Mas uma questão levantada no workshop começa a assombrá-lo: "Se pudesses escolher o teu destino, qual seria?"
Peter volta a encontrar-se com o amigo e começa a aprender mais acerca de desenvolvimento pessoal e programação neurolinguística, através de princípios como «o mapa não é o território», «o significado da comunicação é o resultado que se obtém dela» e «não há falhanço, apenas feedback». As lições deste seu novo coach vão permitir-lhe descobrir formas inovadoras de lidar com adversidades - desde as birras dos filhos até às birras dos clientes e dos chefes! - e vão conduzi-lo numa viagem de autodescoberta que o levará a transformar radicalmente a sua vida... transformando apenas a perspectiva que tem sobre ela.
Pedro Vieira tem dedicado o seu recurso mais valioso - o tempo - a estudar porque fazemos aquilo que fazemos e como podemos fazer aquilo que realmente queremos fazer.»
Família Cristã
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Pedro Vieira
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Imprensa: «Beber, Jogar, F*der»
«Em 2006, "Comer, Orar, Amar", de Elizabeth Gilbert, foi um bestseller e um dos livros recomendados por Oprah Winfrey. Em 2011, "Beber, Jogar, F*der", de Andrew Gotlieb, um escritor de comédia norte-americano, ainda não é um bestseller, nunca foi uma escolha de Oprah - como se realça na capa -, mas é muito mais divertido.
Se o livro de Gilbert, que Gotlieb satiriza, era passado em Itália, Índia e Indonésia, este decorre na Irlanda, nos EUA (Las Vegas) e Tailândia. São esses os destinos eleitos por Bob Sullivan, ex-executivo de contas "de uma grande agência publicitária de Manhattan" para o ano sabático que decide tirar após ter-se divorciado. Ao contrário de Gilbert, Sullivan é uma personagem de ficção e, ao contrário dela, tem pouco interesse em descobrir a sua espiritualidade. O que Sullivan quer mesmo é divertir-se... muito.
Enquanto Gilbert passou meses em Itália a empanturrar-se de pizas e massas, Sullivan percorreu todos os bares e destilarias da Irlanda que conseguiu. E se Gilbert passou quatro meses na Índia em descoberta espiritual, Sullivan passou esses mesmos quatro meses nos casinos de Las Vegas a desbaratar dinheiro. Mas no final, ambos terminam da mesma forma: apaixonados. Ela em Bali, na Indonésia. Ele na Tailândia. E agora perguntam: E onde entrar o F*der do título? Bem, isso agora não é o mais importante.»
Os Meus Livros, Maio, 2011
Se o livro de Gilbert, que Gotlieb satiriza, era passado em Itália, Índia e Indonésia, este decorre na Irlanda, nos EUA (Las Vegas) e Tailândia. São esses os destinos eleitos por Bob Sullivan, ex-executivo de contas "de uma grande agência publicitária de Manhattan" para o ano sabático que decide tirar após ter-se divorciado. Ao contrário de Gilbert, Sullivan é uma personagem de ficção e, ao contrário dela, tem pouco interesse em descobrir a sua espiritualidade. O que Sullivan quer mesmo é divertir-se... muito.
Enquanto Gilbert passou meses em Itália a empanturrar-se de pizas e massas, Sullivan percorreu todos os bares e destilarias da Irlanda que conseguiu. E se Gilbert passou quatro meses na Índia em descoberta espiritual, Sullivan passou esses mesmos quatro meses nos casinos de Las Vegas a desbaratar dinheiro. Mas no final, ambos terminam da mesma forma: apaixonados. Ela em Bali, na Indonésia. Ele na Tailândia. E agora perguntam: E onde entrar o F*der do título? Bem, isso agora não é o mais importante.»
Os Meus Livros, Maio, 2011
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Imprensa: «M*rdas Que O Meu Pai Diz»
«Raivoso como Sócrates...
Remoques de um desbocado puseram Twitter em órbita M*rdas Que O Meu Pai Diz, o livro, virou best-seller – e logo depois série de TV
[...]
Basebol, esteróides, McGwire
A fama na net explodiu, a página saltou para lá dos dois milhões de seguidores, Justin Halpern passa-a a livro – e M*rdas Que O Meu Pai Diz está há mais de um ano na lista de best-seller do New York Times (Chelsea Handler sintetizou-o ao jeito de Sam: "é ridiculamente hilariante, o livro"). Divertido e inspirador, traça retrato porfundo da relação entre pais e filhos, aborda, sem papas na língua (e de forma desabrida), grandes temas da vida: o medo, a amizade, a ambição, a política, os estudos, o desporto...
Visões, são várias. Subversões, também. Há a história de Sam Halpern a treinar uma equipa infantil de basebol de um subúrbiio de San Diego – e a de Justin a jogar lá, por exemplo. Por entre elas, as revelações, saltam, imprevisíveis, alucinantes, as "pérolas" de Sam. Que sobre o desportivismo diz: "Jogaste muito bem, jogaste mesmo. Estou orgulhoso. Infelizmente, a tua equipa é uma merda. Não, não podes zangar-te com as pessoas só porque são merdosas. A vida encarrega-se disso, não te preocupes". Sobre ficar em último na corrida de 45 metros nos testes para a equipa infantil de basebol provoca: "Parecia que estavas a ser atacado por um enxame de abelhas ou algo do género. Quando vi aquele miúdo gordo que estava a cronometrar-te começar a rir... Bem, deixa-me que te diga, nunca é bom sinal quando um miúdo gordo se ri de nós." E sobre o escândalo dos esteróides no basebol arrasa: "As pessoas estão surpreendidas por o Mark McGwire tomar esteróides? Olha para ele! Parece que devia estar num expositor de feira enquanto um filho da mãe qualquer limpa a merda que ele faz"...
Basquetebol, futebol, TV...
O livro tem em fio sem fim os remoques de Sam em 17 capítulos. Sob títulos de efeito rápido, magnéticos, como: Dá o Teu Melhor e, caso isso não bastar, pensa noutra coisa depressa. Ou A confiança é o melhor caminho para o coração de uma mulher... ou pelo menos para as suas cuecas. E por entre as suas 165 páginas aparecem, furtivas, estrelas de desportos vários – no encanto do que Sam dispara no que atira pela língua fora à queima roupa. Que tanto pode ser um Ferrari como metáfora de uma disfunção eréctil como uma experiência espacial como metáfora de home run de 140 metros perdido por Justin no primeiro jogo que fez pela sua universidade.
(Pois, tinha de ser, M*rdas Que O Meu Pai Diz acabou por saltar também para a TV. A CBS convidou Justin a escrever guião para uma série. Que a Sony TV acabou de estrear em Portugal – pondo-lhe, contudo, nome mais... soft: As Parvoíces do Meu Pai. Sam é Ed Goodson e ainda mais desconcertante – e no seu papel está William Shatner, o capitão Kirk de Star Trek. Justin é Henry e ainda mais comovente – e no seu papel está Jonathan Sadowski...)»
A Bola, Abril de 2011
Remoques de um desbocado puseram Twitter em órbita M*rdas Que O Meu Pai Diz, o livro, virou best-seller – e logo depois série de TV
[...]
Basebol, esteróides, McGwire
A fama na net explodiu, a página saltou para lá dos dois milhões de seguidores, Justin Halpern passa-a a livro – e M*rdas Que O Meu Pai Diz está há mais de um ano na lista de best-seller do New York Times (Chelsea Handler sintetizou-o ao jeito de Sam: "é ridiculamente hilariante, o livro"). Divertido e inspirador, traça retrato porfundo da relação entre pais e filhos, aborda, sem papas na língua (e de forma desabrida), grandes temas da vida: o medo, a amizade, a ambição, a política, os estudos, o desporto...
Visões, são várias. Subversões, também. Há a história de Sam Halpern a treinar uma equipa infantil de basebol de um subúrbiio de San Diego – e a de Justin a jogar lá, por exemplo. Por entre elas, as revelações, saltam, imprevisíveis, alucinantes, as "pérolas" de Sam. Que sobre o desportivismo diz: "Jogaste muito bem, jogaste mesmo. Estou orgulhoso. Infelizmente, a tua equipa é uma merda. Não, não podes zangar-te com as pessoas só porque são merdosas. A vida encarrega-se disso, não te preocupes". Sobre ficar em último na corrida de 45 metros nos testes para a equipa infantil de basebol provoca: "Parecia que estavas a ser atacado por um enxame de abelhas ou algo do género. Quando vi aquele miúdo gordo que estava a cronometrar-te começar a rir... Bem, deixa-me que te diga, nunca é bom sinal quando um miúdo gordo se ri de nós." E sobre o escândalo dos esteróides no basebol arrasa: "As pessoas estão surpreendidas por o Mark McGwire tomar esteróides? Olha para ele! Parece que devia estar num expositor de feira enquanto um filho da mãe qualquer limpa a merda que ele faz"...
Basquetebol, futebol, TV...
O livro tem em fio sem fim os remoques de Sam em 17 capítulos. Sob títulos de efeito rápido, magnéticos, como: Dá o Teu Melhor e, caso isso não bastar, pensa noutra coisa depressa. Ou A confiança é o melhor caminho para o coração de uma mulher... ou pelo menos para as suas cuecas. E por entre as suas 165 páginas aparecem, furtivas, estrelas de desportos vários – no encanto do que Sam dispara no que atira pela língua fora à queima roupa. Que tanto pode ser um Ferrari como metáfora de uma disfunção eréctil como uma experiência espacial como metáfora de home run de 140 metros perdido por Justin no primeiro jogo que fez pela sua universidade.
(Pois, tinha de ser, M*rdas Que O Meu Pai Diz acabou por saltar também para a TV. A CBS convidou Justin a escrever guião para uma série. Que a Sony TV acabou de estrear em Portugal – pondo-lhe, contudo, nome mais... soft: As Parvoíces do Meu Pai. Sam é Ed Goodson e ainda mais desconcertante – e no seu papel está William Shatner, o capitão Kirk de Star Trek. Justin é Henry e ainda mais comovente – e no seu papel está Jonathan Sadowski...)»
A Bola, Abril de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Imprensa: «Sabedoria e Liderança»
«[...]
Os princípios de liderança apresentados são muito relevantes, o livro está bem estruturado e quase todos os resumos que se encontram no final de cada capítulo estão bem conseguidos. O autor insiste na separação entre conceitos de líder e gestor, que hoje é corrente, mas não o era em 1998 e é particularmente certeiro na forma como deixa clara a necessidade de alinhamento entre líder e seguidores, unidos por um propósito. E é por isso que, apesar de ser uma obra muito desequilibrada, define um estilo de liderança sustentável em termos de resultados e de convivência interpessoal. É um livro que aconselho vivamente, desde que se esqueça a narrativa que envolve a mensagem.»
Filipe Garcia (Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros)
Jornal de Negócios, Março de 2011
Os princípios de liderança apresentados são muito relevantes, o livro está bem estruturado e quase todos os resumos que se encontram no final de cada capítulo estão bem conseguidos. O autor insiste na separação entre conceitos de líder e gestor, que hoje é corrente, mas não o era em 1998 e é particularmente certeiro na forma como deixa clara a necessidade de alinhamento entre líder e seguidores, unidos por um propósito. E é por isso que, apesar de ser uma obra muito desequilibrada, define um estilo de liderança sustentável em termos de resultados e de convivência interpessoal. É um livro que aconselho vivamente, desde que se esqueça a narrativa que envolve a mensagem.»
Filipe Garcia (Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros)
Jornal de Negócios, Março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Imprensa: «O Clube de Cinema»
«Aprender a vida através de filmes
Deixar a escola e aprender a vida através de filmes. Foi a proposta de um pai, crítico de cinema, ao filho adolescente que não queria estudar. Uma história de amor e descoberta entre um homem e um rapaz a caminho de o ser.
[...]
O que fazer com um adolescente de 15 anos, completamente desmotivado da escola, que nem sequer se esforça por tirar notas mínimas e não está nada preocupado com o que pode vir a ser a sua vida? David Gilmour, um norte-americano que tem como profissão crítico de cinema, decidiu tomar uma decisão radical em relação ao filho: pediu-lhe que fosse viver consigo (Jesse morava com a mãe) e autorizou-o a deixar a escola, por ter chegado à conclusão de que talvez não fosse o melhor local para o filho aprender o que é importante aprender nesta idade. Com uma única condição: Jesse teria de passar três noites por semana a ver um filme com o pai. Assim nasceu aquilo a que chamaram o Clube de Cinema e que durante três anos permitiu a ambos (re)descobrirem-se como indvíduos, como pai e filho, como amigos, como membros de uma socidade. Uma história verídica sobre uma opção com grandes riscos – a nível escolar, a nível familiar e a nível pessoal.
“Escolher filmes para outras pessoas é uma coisa arriscada. De certa forma, pode ser tão revelador como escrever uma carta a alguém. Mostra a forma como pensamos, mostra aquilo que nos move; por vezes, pode até mostrar como pensamos que o mundo nos vê a nós. Por isso, quando recomendamos entusiasticamente um filme a alguém, quando dizemos ‘é o máximo, vais adorar!’, é terrível quando nos voltamos a encontrar no dia seguinte e o nosso amigo, de sobrolho franzido, pergunta: ‘Achaste aquilo divertido?’”, diz David Gilmour, como personagem principal deste livro em que descreveu o crescimento e a passagem a homem de um adolescente através de um modo pouco ortodoxo… mas eficaz.
A excepção na gramática
Gilmour começou por obrigar Jesse a ver Os 400 Golpes (1959), de François Truffaut: “Pensei que era uma boa maneira de lhe apresentar o cinema de autor europeu que, já sabia, iria aborrecê-lo até que aprendesse a ver. É como decorar uma exepção na gramática.” O acordo entre pai e filho implicava que o filme fosse debatido entre os dois, analisado e comentado. David aproveitou para explicar que Truffaut entrou para o mundo do cinema pela porta do cavalo, que tal como Jesse tinha desistido de estudar, que era um marginal, que cometia crimes sem importância, mas que adorava filmes e passou a infância a entrar à socapa nos cinemas que havia por todo o lado no Paris do pós-guerra.
Instinto Fatal (1992), de Paul Verhoeven, com a célebre cena de Sharon Stone a descruzar as pernas perante a polícia que a interrogava, foi um óptimo pretexto para discutir sexo, terror, drogas e lésbicas. Crimes e Escapadelas (1989), de Woody Allen, também entrou no pacote das primeiras semanas do Clube de Cinema. “Muita gente já viu Crimes e Escapadelas uma e outra vez mas, como acontece com os contos de Chekhov, não apreendeu toda a sua essência à primeira. Sempre considerei que o filme dos deixa perceber a forma como Woody Allen vê o mundo – um lugar onde as pessoas banais, como os nossos vizinhos do lado, consefuem sempre escapar impunes, até de um homicídio, e os idiotas acabam sempre com namoradas fantásticas”, a opinião de David é transmitida ao filho: “Chamei a atenção de Jesse para a elaboração narrativa do filme; a forma eficaz como descreve o romance entre o oftalmologista (Martin Landau) e a namorada histérica (Angelica Huston). Em breves traços, percebemos como chegaram onde estão, de um romance delirante a uma dupla de criminosos.”
[…]
O mundo no século XX
Passagens por O Mundo a Seus Pés (1941), de Orson Welles, A Noite da Iguana (1964), de John Huston, e Há Lodo no Cais (1954), de Elia Kazan, que serviu a Gilmour não só para explicar a revolução que O Método foi na história recente do cinema, mas também esse conturbado período da vida americana que foram os anos cinquenta e a caça às bruxas: “O realizador cometeu um daqueles erros terríveis que nos acompanham para sempre: nos anos cinquenta, testemunhou de forma voluntária perante o Comité de Actividades Antiamericanas do Congresso, presidido pelo senador Joseph MacCarthy. Expliquei-lhe que durante as ‘investigações’ do comité, muitos actores, argumentistas e realizadores viram frequentemente os seus nomes incluídos numa lista negra, por serem membros do partido comunista; várias vidas ficaram destruídas. Kazan ganhou a alcunha de ‘Loose-Lips’ [‘Língua Solta’] por causa da sua disponibilidade para ‘revelar nomes’. Os críticos acusaram Há Lodo no Cais de ser, essencialmente, uma elaborada justificação para a traição dos amigos. Percebi que os olhos de Jesse se turvavam...”.
[...]»
Notícias Magazine, Fevereiro de 2011
Deixar a escola e aprender a vida através de filmes. Foi a proposta de um pai, crítico de cinema, ao filho adolescente que não queria estudar. Uma história de amor e descoberta entre um homem e um rapaz a caminho de o ser.
[...]
O que fazer com um adolescente de 15 anos, completamente desmotivado da escola, que nem sequer se esforça por tirar notas mínimas e não está nada preocupado com o que pode vir a ser a sua vida? David Gilmour, um norte-americano que tem como profissão crítico de cinema, decidiu tomar uma decisão radical em relação ao filho: pediu-lhe que fosse viver consigo (Jesse morava com a mãe) e autorizou-o a deixar a escola, por ter chegado à conclusão de que talvez não fosse o melhor local para o filho aprender o que é importante aprender nesta idade. Com uma única condição: Jesse teria de passar três noites por semana a ver um filme com o pai. Assim nasceu aquilo a que chamaram o Clube de Cinema e que durante três anos permitiu a ambos (re)descobrirem-se como indvíduos, como pai e filho, como amigos, como membros de uma socidade. Uma história verídica sobre uma opção com grandes riscos – a nível escolar, a nível familiar e a nível pessoal.
“Escolher filmes para outras pessoas é uma coisa arriscada. De certa forma, pode ser tão revelador como escrever uma carta a alguém. Mostra a forma como pensamos, mostra aquilo que nos move; por vezes, pode até mostrar como pensamos que o mundo nos vê a nós. Por isso, quando recomendamos entusiasticamente um filme a alguém, quando dizemos ‘é o máximo, vais adorar!’, é terrível quando nos voltamos a encontrar no dia seguinte e o nosso amigo, de sobrolho franzido, pergunta: ‘Achaste aquilo divertido?’”, diz David Gilmour, como personagem principal deste livro em que descreveu o crescimento e a passagem a homem de um adolescente através de um modo pouco ortodoxo… mas eficaz.
A excepção na gramática
Gilmour começou por obrigar Jesse a ver Os 400 Golpes (1959), de François Truffaut: “Pensei que era uma boa maneira de lhe apresentar o cinema de autor europeu que, já sabia, iria aborrecê-lo até que aprendesse a ver. É como decorar uma exepção na gramática.” O acordo entre pai e filho implicava que o filme fosse debatido entre os dois, analisado e comentado. David aproveitou para explicar que Truffaut entrou para o mundo do cinema pela porta do cavalo, que tal como Jesse tinha desistido de estudar, que era um marginal, que cometia crimes sem importância, mas que adorava filmes e passou a infância a entrar à socapa nos cinemas que havia por todo o lado no Paris do pós-guerra.
Instinto Fatal (1992), de Paul Verhoeven, com a célebre cena de Sharon Stone a descruzar as pernas perante a polícia que a interrogava, foi um óptimo pretexto para discutir sexo, terror, drogas e lésbicas. Crimes e Escapadelas (1989), de Woody Allen, também entrou no pacote das primeiras semanas do Clube de Cinema. “Muita gente já viu Crimes e Escapadelas uma e outra vez mas, como acontece com os contos de Chekhov, não apreendeu toda a sua essência à primeira. Sempre considerei que o filme dos deixa perceber a forma como Woody Allen vê o mundo – um lugar onde as pessoas banais, como os nossos vizinhos do lado, consefuem sempre escapar impunes, até de um homicídio, e os idiotas acabam sempre com namoradas fantásticas”, a opinião de David é transmitida ao filho: “Chamei a atenção de Jesse para a elaboração narrativa do filme; a forma eficaz como descreve o romance entre o oftalmologista (Martin Landau) e a namorada histérica (Angelica Huston). Em breves traços, percebemos como chegaram onde estão, de um romance delirante a uma dupla de criminosos.”
[…]
O mundo no século XX
Passagens por O Mundo a Seus Pés (1941), de Orson Welles, A Noite da Iguana (1964), de John Huston, e Há Lodo no Cais (1954), de Elia Kazan, que serviu a Gilmour não só para explicar a revolução que O Método foi na história recente do cinema, mas também esse conturbado período da vida americana que foram os anos cinquenta e a caça às bruxas: “O realizador cometeu um daqueles erros terríveis que nos acompanham para sempre: nos anos cinquenta, testemunhou de forma voluntária perante o Comité de Actividades Antiamericanas do Congresso, presidido pelo senador Joseph MacCarthy. Expliquei-lhe que durante as ‘investigações’ do comité, muitos actores, argumentistas e realizadores viram frequentemente os seus nomes incluídos numa lista negra, por serem membros do partido comunista; várias vidas ficaram destruídas. Kazan ganhou a alcunha de ‘Loose-Lips’ [‘Língua Solta’] por causa da sua disponibilidade para ‘revelar nomes’. Os críticos acusaram Há Lodo no Cais de ser, essencialmente, uma elaborada justificação para a traição dos amigos. Percebi que os olhos de Jesse se turvavam...”.
[...]»
Notícias Magazine, Fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Imprensa: «Os Doze»
«O fim em 2012?
Estará a antiga profecia Maia correcta? Está de facto próximo o fim do mundo tal como o conhecemos? Ou haverá um sentido oculto, mais profundo e misterioso para esta profecia arcana?
Abordando um tema que cada vez mais está na moda – o fim do mundo ditado pelo calendário Maia – William Gladstone conseguiu em Os Doze criar uma narrativa fluida, com leves e interessantes pitadas de aventura, proclamando uma busca incessante pela sobrevivência da humanidade e pela descoberta efectiva de Os Doze (conjunto de pessoas cuja missão é unir-se e salvar a Terra da destruição). Lançado pela Pergaminho este é um romance que combina elementos de esoterismo, aventura e mistério, em redor da antiga profecia Maia, que aponta o 21 de Dezembro de 2012 como o final dos tempos.
A obra conta a história de Max, um herói invulgar que é lançado pelo destino numa viagem à descoberta do segredo por detrás da antiga profecia Maia sobre o final dos tempos, previsto para 21 de Dezembro de 2012.
Em criança, Max vivia isolado num mundo feito de padrões numéricos e cromáticos, e só começou a falar aos seis anos de idade. Aos quinze anos sofreu uma experiência de quase-morte durante a qual tem uma visão que lhe revela o nome de doze pessoas. Embora não consiga compreender o sentido desta revelação, Max sente que tem um significado profundo: todos os Doze parecem estar ligados entre si e todos eles têm um papel a desempenhar no momento em que o mundo chegar ao fim.
Através de várias aventuras espectaculares em Jerusalém, Atenas, Londres, Índia, Istambul, China, Japão e México, vai sendo revelado aos leitores como Max e Os Doze cumprem a missão que o destino lhes reserva: descobrir o verdadeiro sentido da misteriosa data de 21 de Dezembro de 2012.
Estará a antiga profecia Maia correcta? Estará de facto próximo o fim do mundo tal como o conhecemos?
Combinando elementos de esoterismo, aventura e mistério, Os Doze é um romance a não perder para leitores de O Alquimista, A Cabana e O Código Da Vinci.»
Algarve Vivo, Fevereiro de 2011
Estará a antiga profecia Maia correcta? Está de facto próximo o fim do mundo tal como o conhecemos? Ou haverá um sentido oculto, mais profundo e misterioso para esta profecia arcana?
Abordando um tema que cada vez mais está na moda – o fim do mundo ditado pelo calendário Maia – William Gladstone conseguiu em Os Doze criar uma narrativa fluida, com leves e interessantes pitadas de aventura, proclamando uma busca incessante pela sobrevivência da humanidade e pela descoberta efectiva de Os Doze (conjunto de pessoas cuja missão é unir-se e salvar a Terra da destruição). Lançado pela Pergaminho este é um romance que combina elementos de esoterismo, aventura e mistério, em redor da antiga profecia Maia, que aponta o 21 de Dezembro de 2012 como o final dos tempos.A obra conta a história de Max, um herói invulgar que é lançado pelo destino numa viagem à descoberta do segredo por detrás da antiga profecia Maia sobre o final dos tempos, previsto para 21 de Dezembro de 2012.
Em criança, Max vivia isolado num mundo feito de padrões numéricos e cromáticos, e só começou a falar aos seis anos de idade. Aos quinze anos sofreu uma experiência de quase-morte durante a qual tem uma visão que lhe revela o nome de doze pessoas. Embora não consiga compreender o sentido desta revelação, Max sente que tem um significado profundo: todos os Doze parecem estar ligados entre si e todos eles têm um papel a desempenhar no momento em que o mundo chegar ao fim.
Através de várias aventuras espectaculares em Jerusalém, Atenas, Londres, Índia, Istambul, China, Japão e México, vai sendo revelado aos leitores como Max e Os Doze cumprem a missão que o destino lhes reserva: descobrir o verdadeiro sentido da misteriosa data de 21 de Dezembro de 2012.
Estará a antiga profecia Maia correcta? Estará de facto próximo o fim do mundo tal como o conhecemos?
Combinando elementos de esoterismo, aventura e mistério, Os Doze é um romance a não perder para leitores de O Alquimista, A Cabana e O Código Da Vinci.»
Algarve Vivo, Fevereiro de 2011
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Imprensa: Excerto de entrevista a Alexandra Solnado
«Ano de 2012
Para o ano de 2012 foi-lhe transmitida alguma mensagem?
A mensagem é que 2012 vai ser o ano/momento em que a Era de Aquário se vai encaixar. Essa mudança nunca é feita pacificamente, por isso há muita gente que não está preparada. Vai ser algo pouco traumático, mas Ele não diz o quê. A única coisa que diz é que “vai acontecer tudo o que for preciso para que o Homem perceba que existe algo maior do que ele”.
Vamos perceber que há algo superior a nós, com o intuito de nos tornarmos mais humildes?
Sim, além disso, também para desenvolvermos a nossa espiritualidade, porque até hoje, na Era de Peixes, espiritualidade é nome de religião. As pessoas vão conseguir conectar-se sozinhas.
O que significa para todos nós esta nova energia de Aquário?
A nossa galáxia anda a 500 000 km/hora e ela vai passando por várias energias. Essa energia influencia toda a nossa natureza. O que vai acontecer é que toda a humanidade vai começar a vibrar por outra energia, mas a de Aquário traz uma energia que o ser humano precisa de retirar resistência, controlo, culpa, medo, julgamento, ou seja, é necessário mudar todas as coisas a que nos habituámos na Era de Peixes.
[...]»
Zen, Julho de 2010
Para o ano de 2012 foi-lhe transmitida alguma mensagem?
A mensagem é que 2012 vai ser o ano/momento em que a Era de Aquário se vai encaixar. Essa mudança nunca é feita pacificamente, por isso há muita gente que não está preparada. Vai ser algo pouco traumático, mas Ele não diz o quê. A única coisa que diz é que “vai acontecer tudo o que for preciso para que o Homem perceba que existe algo maior do que ele”.
Vamos perceber que há algo superior a nós, com o intuito de nos tornarmos mais humildes?
Sim, além disso, também para desenvolvermos a nossa espiritualidade, porque até hoje, na Era de Peixes, espiritualidade é nome de religião. As pessoas vão conseguir conectar-se sozinhas.
O que significa para todos nós esta nova energia de Aquário?
A nossa galáxia anda a 500 000 km/hora e ela vai passando por várias energias. Essa energia influencia toda a nossa natureza. O que vai acontecer é que toda a humanidade vai começar a vibrar por outra energia, mas a de Aquário traz uma energia que o ser humano precisa de retirar resistência, controlo, culpa, medo, julgamento, ou seja, é necessário mudar todas as coisas a que nos habituámos na Era de Peixes.
[...]»
Zen, Julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Imprensa: "Voo Sensitivo"
Entrevista a Alexandra Solnado
«[...]
Como define o Voo Sensitivo?
O Voo é a história de um grande mergulho espiritual. É a primeira vez que escrevo com as minhas palavras, juntamente com as mensagens de Jesus. Até agora as pessoas liam o que Jesus me ditava, mas não testemunhavam o meu percurso e as minhas experiências. Voo Sensitivo é a história de sete viagens a ouvir Jesus e as histórias do que me aconteceu pelo caminho.
O que a levou a escrevê-lo?
Há cerca de ano e meio, fui a Paris com os meus filhos, Joana e Gabriel. O objectivo era estarmos juntos e irmos à Eurodisney. Quando chegámos e notámos que havia filas para tudo e muito calor, desistimos e formar passear por Paris. Quando chegámos à Catedral Notre Dame, e vi a Pietá – aliás, uma imitação da Pietá, pois a verdadeira, a de Michelangelo, está no Vaticano – vi Jesus de uma forma avassaladora. Imenso, lindo, a falar muito e a dar indicações precisas acerca do próximo livro. Deveria fazer um livro a viajar sozinha por todo o Mundo e a ouvi-lO, nas várias energias de cada local. Paris, Vaticano, Israel – por duas vezes –, Alasca, Los Angeles e Monte Sinai, no Egipto. Sempre a ouvi-lO, sempre a escrever.
Despertou para a espiritualidade quando a sua filha, Joana, esteve doente e não era nem católica nem religiosa.
E continuo a não ser. O Jesus com quem falo não é sofredor e não está crucificado. É um ser de luz, altíssimo, que tem receitas fabulosas para o ser humano viver melhor e sem tanto sofrimento. A minha filha teve um problema de saúde muito sério que me obrigou a olhar para o céu. É nessas alturas dramáticas da vida que compreendemos que não podemos nada, que existe uma força maior e temos duas escolhas. Ou revoltamo-nos, vitimizamo-nos e achamos que Deus nos abandonou ou rendemo-nos e compreendemos que a vida está a falar connosco. E mesmo que ainda não saibamos exactamente o que ela está a querer dizer, aprendemos que tudo tem um significado e começamos a tentar descodificar. E nessa tentativa de descodificar, iniciamos o nosso caminho espiritual. Na altura foi um grande desespero, mas hoje ao olhar para trás, tanto ela quanto eu compreendemos que foi a melhor coisa que nos acotneceu. Mudou radicalmente a nossa vida… para melhor.
Há gente a procurar apoio espiritual?
Sim. As pessoas estão cada vex mais abertas a encontrar soluções por is próprias e parar finalemtne de obedecer aos outros, à sociedade e aos dogmas instituídos. Uma cabeça que pensa e escolhe por si própria, amplia a consciência. E a ampliação da consciência é a base da evolução.
[...]
Que exercício aconselha para as pessoas descontraírem do stress?
Imaginar um aquário enorme. Imaginar uma luz muito, muito branca dentro do aquário. E mergulhar lá para dentro. Ficar a sentir a luz do aquário a entrar no seu corpo e a densidade – energia negativa – a sair. Simples, não é? Como tudo lá em cima, no céu.»
Nova Gente, 28 Junho 2010
«[...]
Como define o Voo Sensitivo?
O Voo é a história de um grande mergulho espiritual. É a primeira vez que escrevo com as minhas palavras, juntamente com as mensagens de Jesus. Até agora as pessoas liam o que Jesus me ditava, mas não testemunhavam o meu percurso e as minhas experiências. Voo Sensitivo é a história de sete viagens a ouvir Jesus e as histórias do que me aconteceu pelo caminho.
O que a levou a escrevê-lo?
Há cerca de ano e meio, fui a Paris com os meus filhos, Joana e Gabriel. O objectivo era estarmos juntos e irmos à Eurodisney. Quando chegámos e notámos que havia filas para tudo e muito calor, desistimos e formar passear por Paris. Quando chegámos à Catedral Notre Dame, e vi a Pietá – aliás, uma imitação da Pietá, pois a verdadeira, a de Michelangelo, está no Vaticano – vi Jesus de uma forma avassaladora. Imenso, lindo, a falar muito e a dar indicações precisas acerca do próximo livro. Deveria fazer um livro a viajar sozinha por todo o Mundo e a ouvi-lO, nas várias energias de cada local. Paris, Vaticano, Israel – por duas vezes –, Alasca, Los Angeles e Monte Sinai, no Egipto. Sempre a ouvi-lO, sempre a escrever.
Despertou para a espiritualidade quando a sua filha, Joana, esteve doente e não era nem católica nem religiosa.
E continuo a não ser. O Jesus com quem falo não é sofredor e não está crucificado. É um ser de luz, altíssimo, que tem receitas fabulosas para o ser humano viver melhor e sem tanto sofrimento. A minha filha teve um problema de saúde muito sério que me obrigou a olhar para o céu. É nessas alturas dramáticas da vida que compreendemos que não podemos nada, que existe uma força maior e temos duas escolhas. Ou revoltamo-nos, vitimizamo-nos e achamos que Deus nos abandonou ou rendemo-nos e compreendemos que a vida está a falar connosco. E mesmo que ainda não saibamos exactamente o que ela está a querer dizer, aprendemos que tudo tem um significado e começamos a tentar descodificar. E nessa tentativa de descodificar, iniciamos o nosso caminho espiritual. Na altura foi um grande desespero, mas hoje ao olhar para trás, tanto ela quanto eu compreendemos que foi a melhor coisa que nos acotneceu. Mudou radicalmente a nossa vida… para melhor.
Há gente a procurar apoio espiritual?
Sim. As pessoas estão cada vex mais abertas a encontrar soluções por is próprias e parar finalemtne de obedecer aos outros, à sociedade e aos dogmas instituídos. Uma cabeça que pensa e escolhe por si própria, amplia a consciência. E a ampliação da consciência é a base da evolução.
[...]
Que exercício aconselha para as pessoas descontraírem do stress?
Imaginar um aquário enorme. Imaginar uma luz muito, muito branca dentro do aquário. E mergulhar lá para dentro. Ficar a sentir a luz do aquário a entrar no seu corpo e a densidade – energia negativa – a sair. Simples, não é? Como tudo lá em cima, no céu.»
Nova Gente, 28 Junho 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Imprensa:
A história deste livro começa em 1996, no Havai, com uma editora da Harvard Business Review a (tentar) trabalhar durante uma convenção de executivos e simultaneamente ser mãe de duas crianças (eufóricas), fruto de um casamento à beira do colapso. Nessa altura, Suzy – que ainda não fazia parte do clã Welch - estava "sempre à espera de um milagre". Depois desse dia caótico a ter feito interiorizar a urgência de travar a "loucura" em que se transformara a sua vida, o milagre aconteceu sob a forma de uma ideia simples: "Começar a tomar decisões de modo diferente - de modo proactivo - considerando deliberadamente as suas consequências no presente imediato, a curto prazo e no futuro distante. Daqui a dez minutos... dez meses... e dez anos." Aquilo que começou por ser uma revolução pessoal, tornar-se-ia um "instrumento de gestão de vida" adoptado por muitas pessoas que o descobriram graças aos amigos e familiares de Suzy Welch mas, sobretudo, à coluna de opinião que assinava em O, The Oprah Magazine. Treze anos após o episódio no Havai, surge então o livro, sustentado nas primeiras páginas por descobertas científicas sobre a mente humana e o processo de tomada de decisões, mas essencialmente uma colectânea de histórias de quem usou o método 10-10-10 para neutralizar dilemas e, assim, libertar-se do risco de decidir apenas à luz da intuição ou sob pressão. Através de casos reais e das suas experiências privadas (como a relação com Jack Welch, guru da gestão com quem viria a casar e escrever o best-seller mundial Vencer), Suzy Welch mostra de que forma é que esta estratégia, ao obrigar-nos a identificar os valores pessoais, a recolher e a analisar dados e a desdobrar o futuro em três tempos cruciais, nos pode ajudar a encontrar o equilíbrio pessoal, a clarificar o nosso posicionamento no trabalho e nos afectos. E, sobretudo, a deixarmos de sentir que somos meras personagens da nossa vida, hoje e amanhã.»
Saber Viver, Fevereiro 2010
«As leis da decisão
Uma ideia aparentemente simples promete devolver-nos o controlo sobre a nossa vida: a melhor forma de definir o presente é imaginar o futuro.
A história deste livro começa em 1996, no Havai, com uma editora da Harvard Business Review a (tentar) trabalhar durante uma convenção de executivos e simultaneamente ser mãe de duas crianças (eufóricas), fruto de um casamento à beira do colapso. Nessa altura, Suzy – que ainda não fazia parte do clã Welch - estava "sempre à espera de um milagre". Depois desse dia caótico a ter feito interiorizar a urgência de travar a "loucura" em que se transformara a sua vida, o milagre aconteceu sob a forma de uma ideia simples: "Começar a tomar decisões de modo diferente - de modo proactivo - considerando deliberadamente as suas consequências no presente imediato, a curto prazo e no futuro distante. Daqui a dez minutos... dez meses... e dez anos." Aquilo que começou por ser uma revolução pessoal, tornar-se-ia um "instrumento de gestão de vida" adoptado por muitas pessoas que o descobriram graças aos amigos e familiares de Suzy Welch mas, sobretudo, à coluna de opinião que assinava em O, The Oprah Magazine. Treze anos após o episódio no Havai, surge então o livro, sustentado nas primeiras páginas por descobertas científicas sobre a mente humana e o processo de tomada de decisões, mas essencialmente uma colectânea de histórias de quem usou o método 10-10-10 para neutralizar dilemas e, assim, libertar-se do risco de decidir apenas à luz da intuição ou sob pressão. Através de casos reais e das suas experiências privadas (como a relação com Jack Welch, guru da gestão com quem viria a casar e escrever o best-seller mundial Vencer), Suzy Welch mostra de que forma é que esta estratégia, ao obrigar-nos a identificar os valores pessoais, a recolher e a analisar dados e a desdobrar o futuro em três tempos cruciais, nos pode ajudar a encontrar o equilíbrio pessoal, a clarificar o nosso posicionamento no trabalho e nos afectos. E, sobretudo, a deixarmos de sentir que somos meras personagens da nossa vida, hoje e amanhã.»Saber Viver, Fevereiro 2010
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