quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Imprensa: «Como Não Escrever Um Romance»

«Hoje na Sábado escrevo sobre um divertido e útil manual de escrita criativa que se lê como um livro de ficção: Como Não Escrever Um Romance. Howard Mittelmark, ficcionista, cronista e crítico do New York Times, e Sandra Newman, professora de escrita criativa e romancista, são os co-autores. Ambos expõem com fluência, fair play e sagacidade os alçapões da literatura.  O livro está dividido em sete partes e quinze capítulos que sistematizam os 200 erros clássicos que têm de ser evitados. Dois exemplos: decalcar piadas de Seinfeld e, mais importante, evitar personagens que passem o tempo «a libertar ventosidades anais...» Enfim, o tipo de livro que interessa a toda a gente que gosta de ler.»
Eduardo Pitta, Da Literatura

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Em fevereiro

Para fevereiro a Pergaminho edita um livro que todos aqueles que têm o secreto desejo de publicar um livro devem ler antes de tentarem a sua sorte, antes sequer de escreverem um livro. Com conselhos úteis e dicas práticas, Como Não Escrever Um Romance é o manual perfeito para escritores com histórias na gaveta.
Conheça aqui todas as novidades da Pergaminho para o mês de fevereiro.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Crítica de Leitor: «Sonhar com...»

«Sonhos que permanecem na memória - porque são perturbadores, porque são bons ou simplesmente porque nos deixam a pensar - são uma experiência por que muitos passaram uma ou outra vez. Segundo a autora deste livro, os sonhos não são apenas imagens que surgem durante o sono, representando mensagens do subconsciente que podem ser úteis para orientar a nossa vida. Em Sonhar Com..., Lauri Quinn Loewenberg analisa diferentes tipos de sonho e aquilo que, habitualmente, representam, apresentando vários exemplos e desenvolvendo os seus significados mais comuns.

Um dos aspectos mais interessantes deste livro é, precisamente, a forma como a autora expõe as suas ideias. Com uma escrita descontraída e usando como exemplos uma série de sonhos que lhe foram apresentados, não há nada de denso ou de monótono neste livro. As explicações são simples e fazem sentido. Os tipos de sonho abordados são diversos, percorrendo um amplo espectro de possibilidades. E a forma como a autora conjuga diferentes elementos para construir uma interpretação plausível é bastante interessante.
Também de referir é que, para além dos sonhos mais comuns, há elementos mais invulgares que são referidos neste livro, destacando-se particularmente o capítulo dedicado aos pesadelos. Também usando como exemplos concretos os elementos mais comuns, a autora não esquece, ainda assim, os elementos mais rebuscados do sonho - elementos que, em vários livros deste género, são deixados por abordar.
De referir, por último, o glossário de sonhos. Funcionando mais como um apêndice para consulta, acaba por ser, ainda assim, tão interessante como os restantes capítulos do livro, já que a abordagem precisa, mas descontraída, da autora também está presente aí.
Trata-se, portanto, de uma leitura interessante, com uma abordagem cativante e bastante completa à temática dos sonhos e da sua interpretação. Para os interessados neste tema, será provavelmente uma boa leitura.»
As Leituras do Corvo

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Imprensa: «Treta Emocional»

«Doença psicológica


Manter qualquer tipo de relationamentos é cada vez mais difícil, tudo porque a nossa mente manipula a verdade.

O psicólogo Carl Alasko atribui a culpa das dificuldades que, hoje em dia, sentimos nos mais variados relacionamentos, à treta emocional, que apelida de doença psicológica e emocional que mina as relações, desde as amorosas, passando pelas laborais e até as familiares. Ao longo do livro, Alasko explica-nos como é que a treta emocional atua e exemplifica com casos dos seus pacientes.
A treta emocional, que, segundo o psicólogo, envolve sempre a manipulação da verdade e a distorção da realidade, é originada por um trio tóxico composto pela negação, ilusão e recriminação. O trabalho em equipa deste trio faz com que um facto essencial seja negado, originando a ilusão de uma realidade alternativa e a recriminação, que surge quando responsabilizamos outros pelo problema inicial. De acordo com esta teoria não recorremos ao trio tóxico intencionalmente, mas afinal porque usamos a treta emocional? O psicólogo não tem dúvidas que o fazemos, entre outras razões, para evitar conflitos e sentomentos incómodos, negar a gravidade de uma consequência e exagerar as nossas capacidades. Assim, a nossa ligação com os outros acaba por não se assentar em emoções genuínas nem em factos fidedignos e torna-se superficial.
Para Carl Alasko, a satisfação das nossas necessidades essenciais é o caminho para acabarmos com a treta emocional. Siga o conselho do psicólogo e coloque a si própria as seguintes questões: "O que posso fazer para tornar a minha vida verdadeiramente gratificante; que comportamentos posso alterar para satisfazer as minhas necessidades essenciais; quais são as crenças que me impedem de honrar as minhas necessidades". Depois focalize-se em si e corte a treta emocional pela raiz e terá relacionamentos mais felizes.»
Saber Viver

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Novo site da Pergaminho

Caros leitores,
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