sexta-feira, 11 de maio de 2012

Imprensa: «Peter Pan Pode Crescer»

«Peter Pan pode crescer


Um livro sobre homens que deve ser lido por todas as mulheres

Hoje em dia existem muitos homens com o perfil de Peter Pan. São homens que se recusam a crescer e a aceitar a maturidade, que têm dificuldade em manter relacionamentos, que são incapazes de tomar decisões responsáveis, de encarar problemas e até de aceitar desafios. São, a nível emocional, crianças, como se desejassem ser eternamente "meninos". "Peter Pan Pode Crescer" (ed. Pergaminho) é uma viagem do homem até à maturidade.

Nesta obra, de Antoni Bolinches, Peter Pam é uma personagem de ficção, um menino encantador, cheio de espontaneidade e sentido de aventura. É um menino ferido desde a infância, sente-se abandonado e não o aceita. Refugia-se no seu mundo de fantasia, porque não é capaz de enfrentar a dor que lhe causa não sentir-se amado pelos pais. Por isso, procura ser amado, de um modo infantil, sem ser capaz de se comportar de maneira apropriada para ser amado como um adulto.

Renuncia a viajar com Wendy porque, segundo diz, a única coisa que deseja é ser um menino e divertir-se, ainda que, ao mesmo tempo, seja capaz de arriscar a sua vida para salvar Wendy, os irmãos e os meninos perdidos das garras do Capitão Gancho. Porque uma coisa é arriscar a vida numa aventura e outra coisa muito diferente é aceitar uma vida sem aventuras, que é o que fazem a maior parte dos adultos.

Peter é bondoso e corajoso mas é, ao mesmo tempo, imaturo.

Por isso, é capaz de grandes façanhas sempre que isso não implique que o compromisso de assumir as consequências. Um livro que aborda questões que afectam muitos homens, mas que deve também ser lido pelas mulheres.»
Algarve Vivo

terça-feira, 3 de abril de 2012

Novidades para abril

Abril é por excelência o mês do livro: no dia 2 celebrou-se o Dia Internacional do Livro Infantil e no dia 23, assinala-se o Dia Mundial do Livro. A Pergaminho aproveita o mote e lança uma grande novidade do autor best-seller Augusto Cury. Saiba aqui tudo sobre o livro e sobre todas as novidades deste mês. Boas leituras!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Imprensa: «Como Não Escrever Um Romance»

«Hoje na Sábado escrevo sobre um divertido e útil manual de escrita criativa que se lê como um livro de ficção: Como Não Escrever Um Romance. Howard Mittelmark, ficcionista, cronista e crítico do New York Times, e Sandra Newman, professora de escrita criativa e romancista, são os co-autores. Ambos expõem com fluência, fair play e sagacidade os alçapões da literatura.  O livro está dividido em sete partes e quinze capítulos que sistematizam os 200 erros clássicos que têm de ser evitados. Dois exemplos: decalcar piadas de Seinfeld e, mais importante, evitar personagens que passem o tempo «a libertar ventosidades anais...» Enfim, o tipo de livro que interessa a toda a gente que gosta de ler.»
Eduardo Pitta, Da Literatura

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Em fevereiro

Para fevereiro a Pergaminho edita um livro que todos aqueles que têm o secreto desejo de publicar um livro devem ler antes de tentarem a sua sorte, antes sequer de escreverem um livro. Com conselhos úteis e dicas práticas, Como Não Escrever Um Romance é o manual perfeito para escritores com histórias na gaveta.
Conheça aqui todas as novidades da Pergaminho para o mês de fevereiro.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Crítica de Leitor: «Sonhar com...»

«Sonhos que permanecem na memória - porque são perturbadores, porque são bons ou simplesmente porque nos deixam a pensar - são uma experiência por que muitos passaram uma ou outra vez. Segundo a autora deste livro, os sonhos não são apenas imagens que surgem durante o sono, representando mensagens do subconsciente que podem ser úteis para orientar a nossa vida. Em Sonhar Com..., Lauri Quinn Loewenberg analisa diferentes tipos de sonho e aquilo que, habitualmente, representam, apresentando vários exemplos e desenvolvendo os seus significados mais comuns.

Um dos aspectos mais interessantes deste livro é, precisamente, a forma como a autora expõe as suas ideias. Com uma escrita descontraída e usando como exemplos uma série de sonhos que lhe foram apresentados, não há nada de denso ou de monótono neste livro. As explicações são simples e fazem sentido. Os tipos de sonho abordados são diversos, percorrendo um amplo espectro de possibilidades. E a forma como a autora conjuga diferentes elementos para construir uma interpretação plausível é bastante interessante.
Também de referir é que, para além dos sonhos mais comuns, há elementos mais invulgares que são referidos neste livro, destacando-se particularmente o capítulo dedicado aos pesadelos. Também usando como exemplos concretos os elementos mais comuns, a autora não esquece, ainda assim, os elementos mais rebuscados do sonho - elementos que, em vários livros deste género, são deixados por abordar.
De referir, por último, o glossário de sonhos. Funcionando mais como um apêndice para consulta, acaba por ser, ainda assim, tão interessante como os restantes capítulos do livro, já que a abordagem precisa, mas descontraída, da autora também está presente aí.
Trata-se, portanto, de uma leitura interessante, com uma abordagem cativante e bastante completa à temática dos sonhos e da sua interpretação. Para os interessados neste tema, será provavelmente uma boa leitura.»
As Leituras do Corvo